Sob o Olhar da Fada na Clareira

Sensual line-art illustration of an intimate couple in tender embrace

# O Olhar da Fada A clareira era um altar de musgo e sombras. Leandro, o elfo herói, estava encostado num tronco ancestral, os músculos tensos sob a pele tatuada. Cicatrizes pálidas contavam histórias de batalhas, mas agora sua mão contava

Capítulo 1

A clareira era um altar de musgo e sombras. Leandro, o elfo herói, estava encostado num tronco ancestral, os músculos tensos sob a pele tatuada. Cicatrizes pálidas contavam histórias de batalhas, mas agora sua mão contava uma história diferente, deslizando lenta ao longo da própria ereção exposta ao ar úmido da floresta de Arvandor.

Camila flutuava entre as folhas, suas asas translúcidas vibrando com uma curiosidade que lhe apertava o ventre. O cabelo ruivo caía sobre os ombros nus, e o piercing no mamilo brilhava a cada respiração. Seus olhos azuis estavam fixos, hipnotizados. Ela nunca vira um elfo tão... monumental.

Ele a sentiu antes de vê-la. O olhar de Leandro se ergueu, sério, dominante, encontrando o dela sem um pingo de vergonha. Continuou o movimento, o polegar pressionando a glande molhada.

“Veio assistir, pequena fada?”

A voz era um trovão baixo. Camila sentiu as coxas curvas se apertarem involuntariamente. Sua natureza brincalhona lutava contra o rubor súbito.

“Você não para, nem com plateia?” ela provocou, mas a voz saiu mais ofegante do que pretendia.

“Plateia me excita.” Ele exibiu um sorriso lento, avaliando cada curva do corpo dela com uma fome palpável. “Mas você não é só plateia, não é? Suas asas estão trêmulas. Sua boceta deve estar pingando.”

Era cru, direto. Camila mordeu o lábio inferior. A dominação naquela fala acendeu algo profundo nela.

“Talvez eu só esteja curiosa para ver um herói se acabar na própria mão.”

Leandro riu, um som áspero. “Curiosidade perigosa. Minha mão pode te mostrar o caminho, mas depois...” ele apertou a base do membro, prendendo o prazer, mantendo-se no limite, “...quem vai terminar o serviço é você. Com essa boca. Ou com esse rabo apertado.”

O ar pareceu sumir da clareira. Camila desceu um pouco, aproximando-se do chão, do cheiro almiscarado dele. A submissão era uma escolha, e ela estava faminta para fazê-la.


Capítulo 2

O cheiro de macho invadiu cada poro do corpo minúsculo de Camila. Ela flutuava rente à glande rosada que parecia uma montanha de carne quente, uma gota cristalina escorrendo pela fenda como uma oferenda viscosa. Suas asas translúcidas vibravam no ritmo da pulsação que fazia aquela torre latejar sob seus olhos azuis.

O tamanho era obsceno. O pau de Leandro erguia-se quase da altura dela, sombreado por veias grossas que serpenteavam até a base coberta por pelos escuros. Camila podia sentir o calor emanando da pele, o almíscar penetrante que fazia sua bocetinha apertada se contrair no vazio, um vazio que de repente parecia imenso e dolorosamente vazio.

Ela pousou suavemente na ponta da glande, os pés descalços afundando na textura macia e quente. A gota de pré-porra escorregou entre seus dedos, deixando um rastro brilhante. O elfo não disse nada, mas um novo jorro pulsante balançou o membro poderoso, fazendo-a agarrar-se à fenda rosada para não cair.

Com o coração acelerado pela dominação silenciosa que emanava dele, Camila se ajoelhou, as asas dobrando-se para trás. Sua língua pequena, quente, lambeu a abertura latejante, recolhendo o líquido salgado com uma fome intensa. Ela gemeu contra a carne dura, sentindo a glande inchar ainda mais sob seu peso ínfimo, o veneno da excitação queimando suas entranhas enquanto pressionava os mamilos contra aquela superfície pulsante.


Capítulo 3

A glande pulsava sob o corpo minúsculo de Camila, cada batida uma ameaça silenciosa. Ela esfregava os seios túrgidos contra a pele quente, os piercings arranhando a superfície sedosa, enquanto sua língua minúscula traçava círculos ao redor da abertura que vertia mais daquele líquido salgado. O gosto dele impregnava sua boca, um veneno que a fazia arquear as costas e gemer baixinho contra a carne dura.

Leandro observava tudo com os olhos semicerrados, o maxilar tenso. A mente dele fervilhava. *Se eu metesse em você, tu aguentaria, fadinha putinha?* A imagem dela atravessada em seu pau inteiro, rasgando-se ao meio, berrando enquanto ele a fodesse sem piedade, fez o membro pulsar com violência. Um novo jorro de pré-porra escorreu pela fenda, quente e abundante, encharcando os cabelos ruivos dela.

Camila sentiu o líquido viscoso escorrer pelo rosto, pelos seios, e gemeu mais alto. Ela esfregou o corpo todo naquele mastro latejante, os mamilos duros deixando rastros brilhantes na pele. Sua bocetinha depilada latejava, vazia, esfregando-se involuntariamente contra a base do membro enquanto seus dedos minúsculos se agarravam às veias grossas.

Ele apertou a base do pau com força, prendendo o orgasmo que subia. Os olhos faiscavam uma possessividade cruel. A visão da fada lambuzada, esfregando-se como uma vadia no cio, acendia-lhe instintos predatórios.


Capítulo 4

A mão de Leandro desceu até o cinto, onde a adaga de caça repousava na bainha de couro. O aço frio brilhou na penumbra da floresta enquanto ele a sacava, a lâmina curva refletindo o corpo minúsculo e lambuzado de Camila. Ela arfou, mas não houve medo, apenas uma entrega absoluta quando a ponta da faca deslizou sob seu corpo, erguendo-a da glande latejante como se fosse uma joia a ser inspecionada.

Ele a depositou na palma da mão esquerda, a adaga voltando ao cinto. Os dedos calejados se fecharam ao redor do corpo minúsculo da fada, apenas sua cabeça e pernas sobrando para fora do punho fechado. O aperto era firme, dominante, e Camila gemeu ao sentir cada calo pressionando suas curvas, os seios esmagados contra a palma áspera, as asas dobradas contra os dedos.

Leandro posicionou a mão fechada na base do próprio pau. Começou a se masturbar lentamente, usando o corpinho macio da fada como uma luva viva. A cada bombeada, o punho deslizava para cima e para baixo, e Camila era arrastada junto, a pele quente e suada de Leandro esfregando-se contra cada centímetro do corpo dela. A pré-porra que escorria da glande agora lambuzava seu rosto, seus cabelos, escorria entre os seios e voltava para o pau numa mistura viscosa que facilitava o deslize.

O elfo acelerou o ritmo. Camila sentia as veias grossas pulsando contra sua barriga, suas coxas, e a cada movimento ascendente, a glande inchada passava rente ao seu rosto, deixando um rastro brilhante de pré-porra em suas bochechas, seus lábios, seus olhos fechados. Ela abria a boca tentando lamber o que podia, mas era arrastada para baixo novamente, o corpo inteiro sendo usado como uma ferramenta de prazer.

Cada esfregada impregnava Camila com mais daquele líquido quente e almiscarado. Ela sentia o cheiro penetrante, o gosto salgado, a textura pegajosa cobrindo-a completamente. Sua bocetinha latejava a cada fricção, esfregando-se involuntariamente contra os dedos que a seguravam, e ela percebia que seu próprio mel se misturava à pré-porra de Leandro, criando uma lubrificação ainda mais intensa.

De repente, ele parou. Abriu a mão e, com dois dedos, virou Camila de cabeça para baixo. Agora seus pés minúsculos apontavam para cima e sua cabeça pendia para baixo, os cabelos ruivos roçando a palma da mão dele. Leandro a reposicionou na base do pau, e Camila sentiu os pelos ásperos do púbis do elfo arranharem seu rosto enquanto era pressionada contra o saco quente e volumoso.

O cheiro ali era mais intenso, mais primitivo, uma masculinidade crua que fez sua cabeça girar. Ela esfregou o rosto nos testículos pesados de bom grado, sentindo a pele rugosa contra as bochechas, os pelos escuros fazendo cócegas em seus lábios. Leandro voltou a se masturbar, e agora a cada bombeada, o corpo de Camila deslizava por toda a extensão do membro gigantesco, de cima a baixo, a pré-porra escorrendo por suas pernas abertas, infiltrando-se entre suas coxas, acumulando-se na entrada de sua bocetinha virgem.

Camila sentia o líquido quente pressionando contra seus pequenos lábios, forçando uma entrada que nunca acontecia completamente, mas que enviava ondas de prazer torturante por sua espinha. Os espermatozoides nadavam na pré-porra abundante, e ela jurava poder senti-los, minúsculos e vibrantes, tentando atingir seu útero, uma invasão microscópica que a fazia gemer contra o saco de Leandro. Sua boceta se contraía no vazio, faminta, recebendo apenas o calor e a promessa daquela porra que ainda não havia sido derramada.


Capítulo 5

Leandro retirou Camila do saco quente, segurando-a novamente na palma aberta. Os olhos azuis da fada estavam vidrados, o corpo minúsculo completamente lambuzado de pré-porra, os cabelos ruivos grudados nas bochechas rosadas. A bocetinha depilada brilhava, os pequenos lábios inchados de tanto serem roçados sem nunca serem preenchidos.

Ele ergueu a mão até a altura do rosto, os dedos calejados mantendo-a presa pelas asas delicadas. O sorriso era cruel, curioso.

"Vocês fadinhas são ingênuas? Vem transar por curiosidade ou o que?"

Camila tentou recuperar o fôlego, as pernas ainda tremendo, os mamilos perfurados duros como pequenas pedras. A voz saiu falhada, mas a submissão latejava em cada sílaba.

"Não é ingenuidade... é instinto. Nossa espécie sente o cheiro de um macho potente e a boceta comanda o cérebro. Eu nunca... eu sou virgem, Leandro. Nenhum macho alado nunca me interessou. Mas você..."

Ela mordeu o lábio, o rubor tornando-se mais intenso.

"Você fede a poder. Meu corpo decidiu sozinho."

O elfo riu, um som gutural que vibrou na palma da mão. Ele a virou de frente para o próprio pau, que continuava erguido e pulsante, a glande rosada vertendo um novo fio cristalino. Com a outra mão, segurou a base do membro, apontando-o diretamente para a fada.

"Então essa bocetinha apertada nunca foi visitada. Curiosidade vai te custar caro, pequena."

Com dois dedos, ele abriu as pernas dela, expondo a entrada minúscula e brilhante. O polegar áspero alinhou o corpo da fada contra a ponta da glande. Camila sentiu o calor imenso pressionando seus lábios, a abertura pulsando em pânico e desejo. O tamanho era impossível — apenas a cabeça já era mais larga que seu quadril.

"Eu vou usar só a ponta. E você vai agradecer."

Ele empurrou. A glande forçou a entrada estreita, e Camila gritou — um som agudo que se perdeu na floresta. A carne cedeu devagar, cada centímetro trazendo uma queimação que se misturava a um prazer devastador. O hímen estourou sem resistência, um fio de sangue misturando-se à lubrificação abundante. Ela sentiu-se rasgada ao meio, preenchida além de qualquer limite, as paredes internas se esticando ao redor da invasão monstruosa.

Leandro gemeu, os dentes cerrados. Apenas a glande estava dentro, mas o aperto era tão intenso que seus olhos reviraram. Ele a puxou para fora lentamente, e Camila chorou — não de dor, mas do vazio súbito, a boceta se contraindo no nada, faminta novamente.

"Tá vendo? Só a cabecinha e você já está desmontada."

Ele a empurrou de volta, a glande rompendo a entrada novamente, e Camila arqueou as costas, as asas tremendo em espasmos. O vaivém era mínimo, superficial, mas cada investida atingia pontos que ela nem sabia que existiam. A dor inicial dissolveu-se em ondas elétricas, sua mente se apagando enquanto o prazer e a pressão insuportável se fundiam num único tsunami.

Na terceira inserção, ela desmaiou. O corpo minúsculo ficou mole entre os dedos de Leandro, a cabeça pendendo para o lado, os lábios entreabertos num gemido silencioso. A boceta continuava pulsando ao redor da glande, sugando-o mesmo inconsciente.

O elfo a retirou devagar, segurando-a na palma como uma joia quebrada. Observou o rosto adormecido, o mel e o sangue misturados na glande ainda latejante.

"Curiosidade satisfeita, fadinha."


Capítulo 6

Leandro segurou o corpo mole da fada entre os dedos, um sorriso cruel torcendo os lábios. Ele a virou de bruços na palma da mão, como quem manuseia um brinquedo quebrado, as asas translúcidas tremendo inutilmente. A glande ainda brilhava com os fluidos dela, pulsando, faminta.

"Desmaiou? Mas eu nem comecei, pequena."

Ele posicionou Camila de costas, as asas abertas e vulneráveis contra a palma áspera. Com a outra mão, bombeou o pau com força, os olhos fixos naquele corpo minúsculo e indefeso. O punho deslizava rápido, o som molhado ecoando na clareira silenciosa.

"Curiosidade tem preço. E o seu... é o chão."

O gemido dele foi um trovão abafado. A primeira golfada de porra quente jorrou direto nas asas de Camila, cobrindo as membranas delicadas com um véu branco e espesso. Outra jorrada veio, depois outra, até que as asas ficassem grudadas, pesadas, incapazes de vibrar. O elfo gemeu longamente, esvaziando-se sobre ela, a visão da fada lambuzada e inerte arrancando-lhe um prazer quase doloroso.

Ele a ergueu até os olhos, avaliando o estrago. As asas coladas, o corpo trêmulo começando a despertar, o cheiro almiscarado impregnando tudo.

"Você... sua aberração..." A voz de Camila era um fio, a consciência retornando com o peso horrível nas costas. Ela tentou bater as asas, mas o esperma as mantinha presas, inúteis. "Não vou conseguir voar... nunca mais..."

Leandro riu, um som que reverberou de forma estranha, mais profundo do que um elfo deveria produzir. A pele dele ondulou, os olhos brilharam com um tom esmeralda venenoso.

"Nunca mais. E agora que você está presa aqui, posso ser honesto."

Ele a depositou no musgo, o corpo enorme se agachando sobre ela. As feições élficas começaram a se dissolver, escamas verde-escuras irrompendo sob a pele. As mandíbulas se alongaram, dentes serrilhados surgindo num sorriso ancestral. Asas de couro se abriram, bloqueando a luz da clareira. O cheiro de cloro e carniça impregnou o ar.

"Eu sou um dragão verde, pequena fada. Arvandor é meu açougue particular. Fico nessa forma élfica para atrair presas, me esconder dos deuses... e corromper tudo que é puro."

Camila engasgou, o terror gelando o sangue. O olho reptiliano a encarava com uma malícia antiga, paciente.

"Fadas são minhas favoritas. Vocês brilham tanto... e apagam tão lindamente quando eu as estupro e quebro por dentro."

A garra imensa a prendeu contra o musgo, a boceta ainda latejando da invasão anterior. O dragão abaixou a cabeça monstruosa, a língua bifurcada lambendo os fluidos que escorriam das coxas dela.

"Seu herói élfico não existe. Só existe a fome. E você, pequena, vai alimentá-la por muito, muito tempo."


Capítulo 7

A forma monstruosa ondulou, escamas recolhendo-se como folhas secas ao vento. Em poucos batimentos cardíacos, Leandro estava de volta — o elfo herói, musculoso e tatuado, a pele marcada por cicatrizes falsas. Apenas os olhos guardavam um brilho esmeralda que não pertencia a nenhum humanoide.

Ele se agachou, apoiando os antebraços nos joelhos, e encarou Camila. A fada ainda jazia no musgo, as asas coladas, o corpo trêmulo.

"Você... Você é um monstro..." A voz dela saiu embargada, entre o pavor e a incredulidade.

Leandro sorriu, os dentes agora perfeitamente élficos. "Sou um predador. Mas não preciso te matar, pequena."

Ele estendeu a mão, não para agarrá-la, mas num gesto quase convidativo.

"Não quero te matar, pequena. Quero corromper." As palavras escorregaram lentas, melífluas. "Quero que você me traga elfos e elfas... E fadinhas para eu dar minha semente. Escolha, pequena Camila."

Camila sentiu o estômago revirar. A mente gritava para odiá-lo, mas o corpo... o corpo lembrava o calor, a excitação proibida que a invadira antes do terror.

"Você me usou como um brinquedo e agora quer me transformar em isca?" Ela tentou erguer a cabeça, desafiante. "Por que eu faria isso?"

Leandro riu baixinho, um som que parecia acariciar a nuca. "Porque você gostou. Sua pequena boceta se contorceu quando meu dedo te tocou. Você desmaiou de prazer, não de dor."

Ele inclinou o rosto, perto demais. "E porque, se recusar, vou te manter presa nesta clareira, com as asas imundas, até enlouquecer de desejo. Posso ser paciente, pequena fada."

Camila mordeu o lábio. A humilhação ardia, mas uma parte profunda — a mesma que a fizera lamber a glande dele — já respondia àquela dominação. Ela era submissa. Ele sabia.

"E se eu trouxer... outros?" murmurou, odiando a própria voz hesitante.

"Então você será minha favorita." Leandro roçou a ponta do dedo na coxa dela, leve como uma promessa. "Compartilharei minha semente. Você nunca mais se sentirá vazia."

Os olhos azuis de Camila fixaram os dele. O medo ainda estava lá, mas a fome antiga começava a ganhar forma.

"Você me quer como sua putinha," sussurrou ela, testando a palavra.

"Quero você como minha." O elfo endireitou o corpo, ainda sorrindo. "Minha corruptora. Minha colecionadora de prazer."

O ar na clareira pareceu mais denso. Camila olhou para as próprias asas sujas, sentindo o peso literal e simbólico daquela imundície. Não havia como voltar. Havia apenas... seguir.

"Aceito," disse por fim, e a palavra ardeu como um beijo no escuro.


Capítulo 8

"Perfeito... Então vem... Coloca teu bracinho no buraco do meu pau."

Camila sentiu o baque daquelas palavras como um dedo pressionando o centro de seu prazer. Ele não estava pedindo. Estava ordenando, a voz do dragão ecoando sob a pele do elfo.

Ela se ergueu trêmula, as asas coladas estalando com o movimento. De perto, o membro semi-ereto de Leandro ainda a superava em escala — uma torre pálida onde o prepúcio se recolhia para revelar a fenda úmida.

"Você quer que eu enfie meu braço... aí dentro?" O sussurro de Camila era incredulidade e tesão misturados.

Leandro segurou o próprio pau pela base, apontando-o para ela como uma arma carregada. "Quero sentir sua mãozinha remexendo no meu esperma antes mesmo de eu gozar. Isso é ser minha favorita. Obedeça."

Ela hesitou um segundo a mais, os olhos azuis fixos naquele olho lacrimejante. Então ergueu o braço direito, a pele minúscula brilhando com uma leve camada de orvalho. Enfiou os dedos primeiro — uma ponta de pressão que fez Leandro soltar um gemido longo, rouco.

"Mais."

Camila empurrou o pulso, depois o antebraço. A uretra o engoliu como uma boca faminta, quente e implacável. Ela sentiu o latejar das veias internas, o músculo se contraindo para sugar seu braço até o cotovelo. A fada ofegou, as próprias coxas se apertando involuntariamente.

"Você tá... me comendo por dentro," murmurou ela, maravilhada e submissa.

"É exatamente isso." Leandro ria baixo, a respiração pesada. "Agora mexe. Quero sentir teus dedinhos cutucando minha alma."


Capítulo 9

O braço de Camila foi puxado para fora com um estalo úmido, um fio de lubrificação natural brilhando entre sua pele e a glande latejante.

Antes que ela pudesse respirar, Leandro a girou no ar como se fosse uma pluma. Seu rosto minúsculo foi pressionado contra a pele quente e salgada entre as nádegas dele. O cheiro era almiscarado, primitivo, uma mistura de suor e algo mais profundo — o odor do dragão disfarçado.

"Lamba."

A palavra não deixava espaço para hesitação. Camila sentiu os dedos grossos dele agarrando seus quadris, prendendo-a no lugar enquanto outra mão descia por sua barriga. Dois dedos enormes encontraram sua virilha encharcada, separando os lábios inchados sem cerimônia.

Ela estendeu a língua minúscula e a passou sobre a pele enrugada. O sabor explodiu em sua boca — salgado, terrestre, proibido. Leandro gemeu, um som que vibrou através de todo o seu corpo e chegou até a língua dela.

"Isso... assim mesmo, minha pequena puta."

Os dedos dele afundaram nela sem aviso — dois troncos grossos que a preencheram até o limite do suportável. Camila gritou contra o ânus dele, o som abafado pela pele. A cada investida dos dedos, ela pressionava a língua mais fundo, num ritmo instintivo de submissão total.

O aperto nos quadris dela aumentou. Leandro começou a empurrar os dedos mais rápido, mais fundo naquela boceta minúscula que pulsava ao redor deles como uma boca faminta. O prazer era quase insuportável — ser usada por dentro e por fora ao mesmo tempo.

"Mais," ele rosnou. "Mais fundo com essa língua."

Camila obedeceu, sentindo o gosto dele dominar todos os seus sentidos enquanto os dedos grossos abriam caminho mais fundo dentro dela, preparando-a para algo ainda maior.


Capítulo 10

Os dedos grossos saíram de dentro dela com um estalo obsceno, deixando a boceta minúscula escancarada, pulsando no vazio. Leandro girou a fada no ar, prendendo-a de bruços sobre a palma da mão imensa. As asas coladas tremiam inúteis, mas a bunda arrebitada se oferecia ao monstro que a dominava.

O cheiro do próprio sexo encharcado se misturava ao almíscar dele. Camila sentiu a glande imensa cutucar a entrada violada, quente e babada de pré-gozo. Não houve palavras — apenas um grunhido ancestral vibrando no peito do dragão disfarçado.

Ele socou o pau até a metade numa única estocada brutal. A carne minúscula da fada se abriu com um gemido líquido, as paredes internas esticando até quase rasgar. Cada ruga da glande colossal raspava pontos que ela nem sabia que existiam, arrancando um gritinho abafado contra a pele áspera da mão dele.

Leandro segurou-a ali, empalada, tremendo como uma borboleta no anzol. Os dedos pressionaram as costas arqueadas, mantendo-a fixa enquanto ele começava um vaivém curto e devastador. A cada investida, a metade do caralho monstruoso sumia dentro dela, estufando a barriguinha lisa com uma protuberância obscena.

A lubrificação dela escorria pela base do pau, misturada ao pré-gozo dele, formando fios que brilhavam na penumbra da clareira. Camila sentia o útero sendo cutucado, o limite do corpo sendo testado, e ainda assim a boceta faminta contraía, sugando cada centímetro como uma boca desesperada.

O cheiro do sexo bruto impregnava o ar, o som de carne batendo contra carne ecoava entre as árvores. Leandro arqueou os quadris, enfiando meio centímetro a mais, forçando a passagem estreita. As unhas minúsculas da fada cravaram na palma dele, mas ela não lutou — apenas gemeu, entregue, enquanto o monstro a usava como uma luva viva.


Capítulo 11

Leandro não diminuiu o ritmo. O corpo minúsculo de Camila era agora apenas um invólucro apertado e quente em volta do caralho colossal. Ela já não gemia palavras, só sons guturais de uma criatura sem controle. Os dedos do dragão a pressionavam com mais força, e ele começou a bater punheta usando-a como uma onahole viva e pulsante.

A cada estocada, a barriguinha dela estufava com a glande monstruosa, e o pau deslizava na boceta ensopada com um ruído obsceno de sucção. Leandro grunhia, os olhos fixos naquele brinquedo élfico que gemia e se retorcia, os cabelos ruivos grudados de suor e pré-gozo. Ele segurava a fada pela cintura, movendo-a para cima e para baixo no eixo rígido, o punho trabalhando junto — um movimento circular que arrancava gritinhos cada vez mais agudos.

“Porra, vai levar tudo,” ele rosnou, a voz distorcida pelo prazer que se acumulava.

Camila sentia o calor crescendo dentro dela, a carne esticando além do suportável. O cheiro acre de sexo impregnava o ar, misturado ao almíscar dele. De repente, o corpo de Leandro enrijeceu. Um urro ancestral explodiu de seu peito. O caralho pulsou com violência, e a primeira golfada de esperma jorrou direto no fundo da boceta virgem.

“Esse é o gozo de dominância do dragão,” ele grunhiu com uma satisfação cruel.

O esperma quente e espesso preencheu cada centímetro dela, transbordando em fios brancos que escorriam pela boceta arrombada e pelas coxas trêmulas. Camila ficou imóvel, os olhos azuis arregalados e vidrados, uma expressão de retardada em estado de choque erótico. A porra escorreu pela barriguinha estufada, pingando na mão dele, no musgo, no chão da clareira. Ela não pensava — apenas aceitava, flutuando numa névoa de submissão absoluta.

Quando a última pulsação cessou, Leandro a retirou do pau com um estalo úmido, deixando-a caída sobre a palma, a bocetinha escancarada e gotejando a semente do dragão. Camila, tremendo, mal conseguia erguer a cabeça. Seus olhos encontraram os dele, e uma voz pastosa saiu de seus lábios: “O que você quiser… eu faço…”

Era uma promessa quebrada, uma entrega total. O dragão sorriu, sabendo que sua pequena cúmplice estava agora irremediavelmente corrompida.