À sua mercê na sala vazia
# Aula de Desejo A sala de aula estava mergulhada no silêncio do fim de tarde, as carteiras alinhadas sob a luz âmbar que escorria pelas janelas fechadas. Mariana mordia o piercing do lábio inferior, o coração batendo forte enquanto ouvia
Capítulo 1
A sala de aula estava mergulhada no silêncio do fim de tarde, as carteiras alinhadas sob a luz âmbar que escorria pelas janelas fechadas. Mariana mordia o piercing do lábio inferior, o coração batendo forte enquanto ouvia os passos de Rafael se aproximarem. Ele era alto, musculoso, a barba cerrada e as cicatrizes discretas nos antebraços tatuados davam um ar perigoso ao sorriso que ele tentava esconder. Ela era pequena, magra, os cabelos castanhos presos num coque frouxo, as tatuagens finas contrastando com a pele clara.
Rafael parou atrás dela, o calor do corpo imenso encostando nas costas sem tocar. Inclinou-se até o ouvido dela, a voz grave e arrastada.
— Você ficou molhada só de me esperar, não foi?
Mariana fechou os olhos, o corpo inteiro arrepiado. A resposta saiu trêmula, quase inaudível.
— Sim, senhor.
— Então me mostra. — Ele contornou a mesa e sentou-se na beirada, as coxas musculosas abertas, o volume duro marcando a calça jeans. — Aqui. Na frente da lousa. Quero ver você se tocar.
Ela hesitou por um segundo, a timidez lutando contra a excitação. Mas a obediência venceu. Levantou a saia, revelando a calcinha úmida. Os dedos finos desceram pelo cóccix tatuado e encontraram o clitóris por cima do tecido. O gemido escapou baixo, a vergonha misturada ao prazer.
Rafael sorriu, os olhos escuros fixos nela como se já a possuísse.
— Tira a calcinha. Agora.
Mariana obedeceu, puxando a peça pelas coxas magras. A umidade brilhava na pele. Ela sentou-se numa carteira, abrindo as pernas, expondo-se para ele. A ideia de ser observada ali, na sala vazia, com a porta apenas encostada, fazia o corpo arder de desejo.
— Bate uma pra mim, princesa. Vai. Eu quero ver esse grelo inchado.
Ela gemeu, os dedos circulando o clitóris com urgência.
— Max... por favor...
— Por favor o quê? Fala.
— Me fode com sua boca. Ou me deixa chupar você. Eu preciso.
Ele se levantou, o cinto tilintando no silêncio. O som do zíper descendo ecoou. Rafael libertou o pau, grosso, a glande já babando. A mão grande agarrou a nuca dela, guiando-a para o chão.
— Abre a boca.
Mariana ajoelhou-se entre as coxas dele, a língua deslizando pela glande quente. O sabor salgado, a textura macia. Ele segurou os cabelos castanhos com firmeza, controlando o ritmo.
— Isso. Engole. Usa essa boquinha que fica tão tímida na aula.
Ela o chupava com devoção, as mãos finas agarrando as coxas musculosas. Os olhos lacrimejavam, mas ela não parava. Rafael puxou-a pelo cabelo, obrigando-a a respirar, e depois ergueu-a sem esforço, colocando-a de quatro sobre a mesa do professor.
A barba raspou na nuca dela, os dentes morderam o ombro tatuado. A mão desceu e deu um tapa seco na bunda magra. Mariana gritou, o prazer atravessando a espinha.
— Agora eu vou te foder como você implorou.
Ele a penetrou devagar, preenchendo cada centímetro, enquanto a lousa tremia com o impacto. As estocadas ficaram fortes, cadenciadas. O som da pele batendo ecoava na sala vazia.
— Você é minha. Vou te usar até você esquecer o próprio nome.
Mariana gozou primeiro, as pernas tremendo, o gemido abafado contra a madeira fria. Rafael seguiu logo depois, o grunhido rouco contra o pescoço dela, enquanto o corpo musculoso desabava sobre o seu, os dois ofegantes, suados, ainda conectados.
Capítulo 2
O rangido da porta pareceu um trovão. Mariana estremeceu, tentando se desvencilhar do corpo de Rafael, o pânico gelando o sangue. A saia amarfanhada, o peito nu brilhando de suor, as pernas abertas na mesa do professor. Mas os braços dele se fecharam em torno dela, imóveis como correntes de aço, e Rafael murmurou contra seu pescoço: "Fica quieta."
O professor entrou sem pressa, fechando a porta atrás de si com um estalo seco. Em vez de choque, seus olhos percorreram a cena com a calma de quem aprecia um quadro. O sorriso foi lento, quase terno. Ele apoiou os ombros na parede e cruzou os braços, o volume duro visível sob o linho das calças.
— Ela é mais bonita ao vivo — disse, a voz rouca.
Mariana gelou. As palavras não faziam sentido, até que a ficha caiu. O corpo inteiro vibrou, uma onda de humilhação e excitação a atravessar como um raio. Ela se contorceu para olhar Rafael nos olhos, os lábios entreabertos, o piercing brilhando.
— Você… você armou isso?
Ele sorriu, os dentes mordiscando a curva do ombro dela.
— Claro que armei. A princesinha disse que queria ser observada, não foi? — A mão grande desceu e apertou a bunda magra, os dedos afundando na carne. — Agora rebola pra ele. Mostra como você é safada.
Ela gemeu, a vergonha pingando entre as coxas. O professor a observava sem desviar o olhar, os lábios entreabertos, a respiração agora audível. Era como se cada célula do corpo dela estivesse sob um holofote.
— Vai, putinha — Rafael puxou-a pelos cabelos, obrigando-a a arquear as costas, os seios pequenos empinados. — Fala pra ele o que você quer.
Mariana lambeu os lábios, a voz trêmula, mas carregada de desejo.
— Eu quero que ele veja… quero que ele veja o quanto eu sou sua.
O professor soltou um grunhido baixo, levando a mão ao cinto. Rafael a girou de frente para ele, os dedos ainda presos nos cabelos castanhos, e com a outra mão abriu as nádegas dela, expondo a intimidade úmida, brilhante, completamente entregue.
— Vai assistir até eu dizer que chega — ordenou, a voz grave vibrando contra as costas dela. — Ela ainda nem gozou direito.
A mão de Rafael desceu e dois dedos se enfiaram na buceta encharcada, sem aviso. Mariana gritou, os joelhos falhando, mas ele a manteve em pé, o corpo imenso como uma coluna atrás dela. O professor a observava fixamente, a mão agora apertando o próprio pau por cima das calças. O som molhado dos dedos de Rafael ecoava na sala enquanto
Capítulo 3
Rafael retirou os dedos da buceta encharcada de Mariana e, num movimento brusco, agarrou os cabelos castanhos na nuca, puxando-a para trás. Ela gemeu, o couro cabeludo ardendo, e se viu sendo girada e empurrada para baixo até os joelhos baterem no chão frio. O rosto dele estava à sua frente, o pau grosso pulsando a centímetros dos seus lábios.
— Agora você vai mostrar pra ele como chupa gostoso, sua putinha — rosnou Rafael, a mão firme mantendo a cabeça dela imóvel. — Abre essa boca e me engole inteiro.
O professor se ajeitou na parede, os olhos fixos, a mão descendo o zíper sem pressa. “Ela tem uma boquinha tão inocente... quero ver como se sai com um pau de verdade.”
Mariana sentiu as lágrimas brotarem — não de dor, mas de uma excitação tão intensa que parecia incendiar cada nervo. A humilhação a inundava, mas a ordem era clara. Ela abriu a boca, a língua estendida, e Rafael enfiou o pau de uma vez, sem piedade, a glande batendo no fundo da garganta.
— Isso, vadia, olha pra ele enquanto me chupa — Rafael puxou o cabelo dela para trás, expondo o rosto molhado de lágrimas e saliva. — Não desvia o olho.
Ela obedeceu, encarando o professor enquanto a boca deslizava no comprimento duro, a mandíbula doendo. O professor sorriu, os dedos envolvendo o próprio pau. “Ela se esforça tanto... parece uma bonequinha treinada.”
Rafael gargalhou, um som escuro. — Treinada? Ela é um buraco faminto. Chupa mais rápido, sua puta, quero ouvir você engasgar.
Ela aumentou o ritmo, os lábios estalando, a saliva escorrendo pelo queixo. As lágrimas misturavam-se ao suor, e cada comentário sujo a empurrava mais fundo na submissão. O professor se aproximou, a voz rouca. “Olha como ela se mexe... totalmente entregue. Você devia usar essa garganta até ela esquecer o alfabeto.”