Retiro na Penumbra
# Retiro na Penumbra As ondas quebravam em sussurros na praia deserta, sob um céu noturno sem lua. Nina caminhava à frente, a brisa salgada moldando o vestido leve em seus curvas. Ricardo observava, fascinado, como a silhueta voluptuosa da
Capítulo 1
As ondas quebravam em sussurros na praia deserta, sob um céu noturno sem lua. Nina caminhava à frente, a brisa salgada moldando o vestido leve em seus curvas. Ricardo observava, fascinado, como a silhueta voluptuosa da mulher se fundia com luz do final de tarde . A conversa com Bruno, o amigo de infância que encontraram no retiro, ainda ecoava em sua mente — histórias de adolescência, risadas, uma intimidade fácil que o tempo não apagara.
Bruno caminhava ao lado dele, seu físico musculoso visível mesmo na penumbra. “Ela é incrível, Ricardo,” comentou, a voz um baixo rouco carregado de algo mais que admiração.
Os dois homens falavam sobre tudo que tinha acontecido nas suas vidas nos ultimos anos , enquanto isso Nina admirava a paisagem daquele lugar exotico, ate que chegou a hora dos dois homens se despedirem . Ricardo E Nina foram para o seu jantar alegremente, aquele lugar era incrivel .
Capítulo 2
O caminho de volta à suite era uma estrada de sedução pavimentada com silêncios eloquentes. A mão de Ricardo encontrava a cintura de Nina, seus dedos desenhando círculos leves sob o tecido fino do vestido. O desejo era um calor palpável entre eles, carregado do sal da noite e do vinho tinto que ainda tingia seus lábios.
A porta do quarto se fechou com um clique suave, isolando-os do mundo. Nina encostou-se contra a parede, seus olhos escuros brilhando na penumbra.
Ricardo resolveu abrir as portadas do balcao para entrar a brisa da noite a vista era de sonho deixando apenas os cortinados brancos mas quase transparentes fechados
“Parece que alguém está com pressa,” ela sussurrou, a voz um convite.
Ricardo aproximou-se, seu corpo alto e musculoso moldando-se ao dela. “Não é pressa,” ele corrigiu, seu rosto a centímetros do dela. “É apenas… não consigo mais esperar para te sentir.”
“Só para sentir?” ela provocou, os dedos subindo pela nuca raspada dele.
“Para provar. Para ouvir.” Seus lábios quase se tocaram, o calor da respiração deles se misturando. “Você não tem ideia do que fazer com você me faz pensar.”
“Então me mostra,” Nina desafiou, puxando-o para um beijo finalmente.
Foi lento e profundo, uma exploração sem pressa. Suas línguas dançaram, sabores trocados, promessas não ditas. As mãos de Ricardo encontraram os fechos do vestido dela, soltando um, depois outro, até que o tecido escorregou de seus ombros e se acumulou em um círculo sedoso no chão.
“Deus, você é linda,” ele murmurou, seus olhos percorrendo as curvas generosas dela iluminadas pela luz suave da varanda.
Nina puxou a camisa dele para cima, e ele a ajudou, jogando-a para o lado. Suas mãos então exploraram a parte de trás das calças dele, puxando-o ainda mais perto.
“Eu quero ouvir tudo,” ela sussurrou contra seus lábios. “Cada pensamento que passou pela sua cabeça hoje.”
“Só se você me contar os seus,” Ricardo retrucou, suas mãos descendo pelas costas dela até a curva firme de sua bunda. “Especialmente aquele olhar que você deu quando Bruno estava contando aquela história.”
Ela sorriu, um sorriso malicioso. “Ciúmes?”
“Curiosidade,” ele corrigiu, suas mãos apertando suavemente.
Capítulo 3
O beijo se desfez em arranhões de dentes e suspiros roucos. Ricardo agarrou Nina pela cintura, levantando-a que arrancou um gemido de surpresa dela. Em poucos passos, ele cruzou o quarto e entrou no banheiro espaçoso da suíte, onde a luz ambiente criava sombras dramáticas no mármore.
Sem cerimônia, ele a virou e a pressionou contra a parede fria, seu corpo quente e duro moldando-se às suas costas. “Aqui,” ele disse no ouvido dela, suas mãos grandes subindo pelo vestido agora desarrumado até encontrar os seios redondos e pesados. Ele os apertou através do tecido, depois por baixo do sutiã, seus polegares esfregando os mamilos já eretos.
“Você esta toda molhada disse ele percorrendo a nuca dela enquanto uma das mãos descia, deslizando pela barriga até a borda da calcinha.
enquanto ela ia arqueando as costas para pressionar a bunda contra a protuberância dura nas calças dele.
, os dedos encontrando o calor e a umidade entre suas pernas. Ele fez um círculo lento e firme sobre o clitóris, fazendo com que ela se contorcesse. “De te dobrar assim e ouvir você gritar enquanto eu entro por trás.”
Nina gemeu, uma corrente longa e baixa, e enterrou os dedos na parede. “Então para de falar e faz.”
Ricardo desabotoou as calças com movimentos bruscos, libertando seu pau que já estava latejando e úmido na ponta. Ele puxou a calcinha dela para o lado, o tecido fino cedendo. A ponta do membro dele pressionou sua entrada, já escorregadia.
“Vou enfiar tudo,” ele sussurrou, a voz áspera com desejo. “Até você não aguentar mais. Até essa buceta linda e apertada esguichar nessa parede. Você vai fazer isso por mim?”
Antes que ela pudesse responder, ele enterrou-se nela de uma vez, um movimento profundo e controlado que os encheu completamente. Nina gritou, um som rouco e satisfeito que ecoou no mármore. Ricardo começou a se mover, devagar no início, cada embestada um aviso do que estava por vir.
Capítulo 4
O banheiro ecoava com seus gemidos, cada choque do quadril de Ricardo contra a bunda de Nina uma percussão úmida e primitiva. O desejo que os consumia era tão bruto quanto o mármar sob seus pés. De repente, Ricardo a envolveu com força, seus braços musculosos tirando-a da parede em um movimento fluido.
“Agora é minha vez de te ouvir gemer nos lençóis,” ele rosnou, carregando-a de volta para o quarto, seu pau ainda profundamente enterrado nela a cada passo.
Ele a depositou de bruços na cama enorme, a imensidão do colchão engolindo-a suavemente. Sem perder um segundo, ele a reposicionou, guiando seus quadris para cima até que ela ficasse de quatro, sua espinha formando um arco perfeito sob o olhar faminto dele. Os cortinados brancos e finos dançavam com a brisa noturna, revelando fugazmente a silhueta deles para o oceano escuro.
Ricardo se ajoelhou atrás dela, suas mãos percorrendo a extensão nua de suas costas, descendo até as curvas generosas que ele tanto adorava. Ele se inclinou para frente, seu torso quente pressionando contra suas costas, e sussurrou diretamente no ouvido dela, a voz um fio áspero de sedução.
“Você está me ouvindo, Nina? Vou te foder bem devagar agora. Vou enfiar no seu cuzinho apertado, centímetro por centímetro, até você sentir cada veia latejando dentro de você.”
Ela gemeu, uma resposta profunda e vibrante, e empurrou os quadris para trás em uma busca cega por mais contato. “Sim… Ricardo, por favor.”
ele provocou, aproveitando a posicao de sua mulher e lambendo de alto a baixo aquela fenda dela uma das mãos deslizando entre suas pernas, encontrando o núcleo encharcado de calor. Seus dedos a acariciaram, recolhendo a umidade e trazendo-a para trás, para o anel tenso que ele prometera. “Você quer mesmo? Quer sentir essa buceta linda e escorregadia enquanto eu abro o outro buraco?”
“Eu quero,” ela ofegou, a cabeça enterrada nos travesseiros. “Quero tudo. Só não para… não para de falar.”
Ele sorriu, um sorriso que ela podia sentir na pele do pescoço. “Não vou. Vou te contar cada coisa suja que passa pela minha cabeça. Como você tá toda aberta pra mim. Como esse cuzinho cor-de-rosa vai ficar vermelho e esticado em volta de mim. E você vai pedir. Vai pedir mais forte, mesmo quando achar que não aguenta.”
A ponta de seu dedo, lubrificada com o desejo dela, pressionou com firmeza, insistente. Nina gritou, um som abafado pelos tecidos, e seu corpo inteiro tremeu em antecipação.
“Isso esta gostando" ,É assim que eu gosto. Agora… relaxa pra mim.”
Capítulo 5
O silêncio que tomou o quarto era denso e elétrico, carregado com a surpresa, o desejo interrompido por a silhueta franca de Bruno nas portadas da varanda . A luz prateada do luar enquadrava seu corpo musculoso, cada músculo definido como uma escultura em contraluz. Ele não parecia envergonhado, apenas observava a cena com um olhar intenso e curioso.
Ricardo congelou, seu corpo ainda meio curvado sobre Nina, sua mente girando para processar a invasão súbita. O instinto de proteger sua mulher lutou com uma corrente subterrânea de algo mais selvagem, alimentada pelo olhar que Bruno lançara a ela na praia e pela situação impossível que agora se desdobrava.
Nina se encolheu, apertando a almofada contra os seios generosos, mas seus olhos, grandes e escuros na penumbra, não se desviaram da figura na porta. Seu peito subia e descia rapidamente, e Ricardo podia sentir o calor intenso ainda emanando de sua pele.
“Desculpa, mesmo,” Bruno repetiu, sua voz um baixo confiante que preenchia o espaço. Ele fez um gesto casual com a cabeça em direção à varanda. " Vim pela praia e vi as portadas abertas convidando e nao fui por a frente bater na porta . Não queria interromper.” Seu sorriso se ampliou, um toque de desafio nele. “Mas parece que já interrompi.”
Ricardo lentamente se endireitou, afastando-se de Nina o suficiente para que ela pudesse se acomodar, mas não o suficiente para quebrar o campo de calor que ainda os envolvia. Agarrando seus boxers vestiu-os , o desejo físico uma presença latejante e inegável. Ele se virou para enfrentar o amigo, seu próprio corpo uma silhueta tensa contra a luz suave.
“É… tá tudo bem, Bruno,” Ricardo disse, a voz mais rouca do que esperava. A lembrança que tinha convidado Bruno para um drinque depois de Jantar voltou a ele, envolta na névoa quente do momento que acabara de ser quebrado. “Só não esperava… essa entrada.”
“Eu percebi,” Bruno respondeu, seus olhos percorrendo Ricardo e então voltando para Nina, que agora observava de trás da almofada, sua expressão uma mistura de choque e de uma curiosidade fascinada. enquanto Ricardo caminhava em direcao a varanda com Bruno ,Nina se retirou para o banheiro pondo o seu robe preto sobre o corpo.
A brisa noturna agitou os cortinados finos, revelando e escondendo a cena em intervalos suaves. O som das ondas parecia mais alto agora, um sussurro constante que preenchia o silêncio pesado. enquanto isso os homens sentados varanda falavam
Foi Nina quando Nina sai e juntou se ao lado de Ricardo quebrou o impasse, sua voz saindo baixa mas clara.
Bruno encolheu os ombros, em um movimento fluido que destacou a largura deles. “A praia está deserta. A água estava incrível.” Ele fez uma pausa, seu olhar viajando do rosto corado de Nina para a postura defensiva, mas visivelmente excitada, de Ricardo. “Parece que vocês dois encontraram uma maneira melhor de se aquecer, porém, me desculpem, não fazia ideia e não foi minha intenção atrapalhar .”
De qualquer maneira somos todos adultos aqui ,valha-nos isso enquanto os tres sorriram.
serviram uma bebida e conversaram da vida e relacoes ,foi quando entre conversas
Ricardo sentiu um calafrio percorrer sua espinha. Não era ciúmes. Era algo mais profundo, uma chave girando em uma fechadura que ele nem sabia que tinha trancado. Ele se lembrava das fantasias que ele e Nina tinham sussurrado no escuro, do desejo mútuo por um olhar externo, por uma presença que testasse os limites da intimidade deles. E ali estava Bruno.
Ricardo envolveu-se em seus pensamentos assumindo algo que não era nem de convite nem de expulsão, mas de afirmação de um território recém-descoberto. Ele estendeu a mão para trás, para tocar Nina, passando sua mao em seu quadril, um gesto de posse e de âncora. Seus olhos se encontraram com os de Bruno no meio-caminho, e o ar entre eles parecia vibrar com uma pergunta não feita e uma resposta ainda não dada.
Capítulo 6
Ricardo beijou Nina com uma voracidade roubada, a língua invadindo sua boca enquanto suas mãos grandes apertavam sua cintura. Os drinks tinham amaciado as bordas da realidade, e o desejo, antes guardado no mundo secreto das fantasias, pulsava agora no ar salgado e na sua mente . Enquanto a beijava, sua mente não conseguia se afastar daquela presença na varanda, do olhar de Bruno que não era de intruso, mas de cúmplice.
Ele terminou o beijo, deixando Nina ofegante contra seus lábios, e virou a cabeça para encontrar os olhos de Bruno. Não havia mais perguntas, apenas um acordo silencioso. Nina, por esta altura tambem ela lembrando-se das conversas entre ela e Ricardo , das confidências sobre como a ideia de um olhar masculino a excitaria, ia sentindo um arrepio seu robe preto deixava, a curva generosa de seu seios exposta à luz prateada. A brisa arrepiou seu mamilo, endurecendo-os, e ainda mais visisveis .
Bruno permaneceu onde estava, um pilar escuro no limite da varanda, seus músculos tensos como cordas. Ele não falou. Apenas observou, seu peito subindo e descendo em um ritmo lento e controlado, enquanto Ricardo deslizava uma mão pelo ombro de Nina, roçando a pele quente até tomar o seio exposto em sua palma. Era um ato de posse e de oferta, ao mesmo tempo.
Ricardo puxou Nina para trás, fazendo-a se encostar contra seu corpo rígido. Ele podia sentir o volume de seu pau, duro e latejante contra a bunda dela através das roupas. Sua mão desceu do seio, contornou sua cintura e encontrou a abertura do robe, deslizando para dentro. Seus dedos mergulharam sem hesitação na quentura entre suas pernas, encontrando a buceta já encharcada. Nina arqueou para trás, um gemido abafado escapando enquanto ele esfregava o nódulo inchado e sensível. Nina olhava Ricardo, surpresa, como que a dizer-lhe que Bruno estava ali. Foi quando Ricardo sussurrou: ele já nos viu porque não desfrutamos; falamos tanto nesta fantasia . Nina nao queria acreditar ,no que estava a acontecer ,mas Bruno ate era bem parecido ,e entao deixou-se ir ,porque nao afinal de contas a ideia era excitante ,so nao se queria arrepender mais tarde .
Seus olhos fixaram Bruno. Ricardo guiou os dedos dentro dela, devagar, sentindo as paredes internas apertando-o, e então os retirou, brilhando com seus fluidos na luz fraca. Levou os dedos à boca de Nina, que os sugou com um olhar de pura luxúria, um gesto claro e primitivo enquanto Ricardo se levantava dando a mao a Nina e a guiando ate a cama .
Bruno moveu-se então. Avançou pelo quarto, seus passos silenciosos no piso, até ficar a poucos centímetros deles. Sentiam o ar carregado com uma mistura de cheiro de seus perfumes ,do sexo, do sal e da promessa.
Foi o gatilho. Ricardo deitou Nina, colocando-a sobre a cama, com a cabeça ligeiramente inclinada para fora. Colocou-se em pé à sua frente , a cama desfeita, o robe aberto, revelando toda a majestade dos seus seios grandes e redondos, assim como seus mamilos, que estavam duros . Ele baixou seus boxers, libertando seu pau já escorrendo de pré-gozo. Não havia mais diálogo, apenas o som pesado da respiração o rugido distante das ondas, e seu pau grande e duro . Ele se posicionou em frente dela, a ponta roçando sua boca , e então, sob o olhar intenso e aprovador de Bruno, Ricardo foi-se enterrando em sua boca ate ao fundo, fazendo Nina gemer em um misto de prazer absoluto chupando aquele pau duro.
Capítulo 7
Ricardo manteve o ritmo, seus quadris bombeando suavemente, sentindo a garganta de Nina se contrair em volta do seu pau enquanto ele afundava até o fundo. O aceno para Bruno não tinha sido um pedido, mas uma afirmação. Um convite selado.
Bruno não hesitou. Ajoelhou-se na cama, entre as pernas abertas de Nina, seu rosto imerso na sombra úmida e convidativa que ela exalava. Ele não foi gentil. Suas mãos grandes seguraram as coxas dela, afastando-as ainda mais, e então sua boca encontrou a buceta dela com uma fome que fez o corpo todo de Nina se sacudir. Um gemido profundo, abafado pelo pau na boca, ecoou pelo quarto. A língua de Bruno era larga, plana, e ele a usou para lamber seu clitóris inchado com longas passadas, antes de focar no ponto com uma sucção voraz.
Ricardo observava, seus dedos grossos já lubrificados com sua própria saliva e o cuspe que cuspira na fenda perfeita da sua bunda. Ele circulou o anel apertado, pressionando sem entrar ainda, enquanto sentia o corpo dela tremer entre os dois homens. Um tremor de puro êxtese. Com a outra mão, ele agarrou o seio de Nina, massajando e puxando seu mamilo, enquanto Ricardo ia controlando a profundidadede seu pau na boca de Nina e se curvando chupava o outro mamilo "Isso, assim mesmo," disse ele com voz rouca.
A língua de Bruno explorava cada dobra, cada centímetro da buceta encharcada de Nina, bebendo os fluidos dela. Ele introduziu dois dedos dentro dela, curvando-os, encontrando o ponto que fez seus olhos revirarem. O som úmido e obsceno da sua boca trabalhando misturava-se com os gemidos abafados e a respiração ofegante. Ricardo aumentou o ritmo, suas estocadas na boca dela ficando mais profundas, mais rápidas. Ele podia ver o rosto de Bruno, concentrado, devoto, os olhos fechados em concentração animal, e isso só alimentava seu fogo.
Capítulo 8
A ordem de Ricardo era uma faísca no ar carregado. Antes que a última palavra tivesse sido completamente absorvida, Bruno já estava em movimento. Com um movimento fluido e dominante, sua mão grande se fechou no cabelo castanho de Nina, enlaçando os fios em seus dedos.
Foi um misto de choque e excitação, rapidamente abafado quando ele a puxou para cima e para longe do abraço duplo.
Sem cerimônia, ele a virou, suas costas arqueadas agora voltadas para Ricardo, e a empurrou com firmeza . Ela ofegou, suas mãos achatando-se contra o corpo de Ricardo corpo curvado na posição perfeita. Ricardo ficou atrás dela, seu pau duro e imponente pressionado contra a fenda molhada da sua bunda, roçando nos lábios inchados da sua buceta.
Bruno recuou dando espaco a Nina , e deixando cair seus calcoes fazendo seu pau saltar para fora , era a sua vez de ter a lingua dela em Seu próprio pau, brilhante, pulsava diante dela .ela estava visivelmente satisfeita com seu tamanho era grande e grosso tal como Ricardo Ele envolveu o membro com a mão, começando uma masturbação lenta e deliberada, seus olhos fixos no pau à sua frente como um espectador faminto.," disse ele, a voz um comando rouco. "deixa-me sentir essa lingua " Nina ofegou, seus lábios já entreabertos, e ele não esperou. Guiando seu pau com a outra mão, ele introduziu a cabeça inchada e roxa entre seus lábios, pressionando para dentro sem cerimônia. Ela engoliu, um gemido gutural vibrando contra seu membro enquanto ele afundava mais fundo, até sentir a garganta dela se contrair ao redor dele.
Ricardo perante a imagem de sua mulher não precisou ser encorajado duas vezes. Com uma mão ainda firme na cintura de Nina, ele se posicionou e, com um único empurrão brutal, enterrou seu pau inteiro dentro dela.
O grito que saiu de Nina foi visceral, arrancado das profundezas. Seu corpo sacudiu contra a parede, os dedos se contraindo como garras no estuque. Era uma invasão completa, uma reivindicação, e a expressão em seu rosto era de puro êxtase dilacerante. Ricardo começou a movê-lo, cada estocada uma afirmação de poder, suas coxas musculosas batendo nas nádegas carnudas dela com um som úmido e percussivo.
" Oh Ricardo... ," Nina gemeu, virando o rosto para o lado, seu olho encontrando o dele. Sua boca estava entreaberta, a respiração ofegante com o pau de Bruno.
As palavras ecoaram na sala, mais quentes e ousadas do que qualquer toque. O pedido dela acendeu algo primordial em Ricardo. Ele se levantou, seu punho ainda subindo e descendo no seu pau, e se aproximou. Ele ficou ao lado de Bruno, observando o pau do amigo desaparecendo repetidamente na buceta inundada de Nina, vendo como seu corpo se abria e recebia cada centímetro.
O dedo polegar de Ricardo pressionou com mais firmeza contra o cu de Nina. A resistência inicial cedeu sob a pressão constante e a umidade, e a ponta do seu dedo afundou no calor apertado. Nina gemeu alto, seu corpo arqueando violentamente, sua buceta pulsando contra seu pau ,começou a massagear para dentro e para fora, devagar, abrindo-a, enquanto ela era devorada por ambos os lados.
"É isso que você quer?" Ricardo sussurrou, sua boca perto do ouvido dela. "Quer se sentir totalmente preenchida?"
Ela só pôde responder com um gemido alto e anasalado, um "sim" desesperado perdido no ritmo das estocadas de Bruno. Ricardo colocou a ponta do seu pau na entrada apertada da sua bunda, já lubrificada pela mistura de saliva e o suco que escorria dela. A pressão era intensa, quase avassaladora. Ele trocou um olhar com Bruno, cujos olhos estavam escuros com concentração feroz. Em um acordo silencioso, Bruno diminuiu ligeiramente o ritmo, mantendo-se profundamente dentro dela.
Ricardo respirou fundo e, com um movimento controlado e implacável, começou a empurrar. A resistência era feroz, mas ele persistiu, sentindo o anel muscular ceder milímetro a milímetro. Nina gritou, um som rouco de dor e prazer tão fundamente misturados que eram indistinguíveis. Quando ele finalmente se assentou totalmente, enterrado na quentura apertada da sua bunda enquanto Bruno ocupava sua buceta, uma sensação de completude avassaladora tomou conta dos três.
Por um momento eterno, ficaram parados, uma estátua viva de carne interligada e desejo consumado. Então, Bruno moveu-se novamente, e Ricardo seguiu o ritmo, criando uma cadência contrapontual que fez Nina gemer incontrolavelmente, seu corpo sendo o ponto de convergência onde toda a tensão do fim de semana, toda a curiosidade e todo o desejo finalmente se encontravam em um ponto único, ardente e insustentável.
Capítulo 9
A posição era um jogo de poder absoluto.Ricardo dominava a parte traseira, sua mão firme na nuca de Nina mantendo-a ancorada enquanto suas coxas robustas batiam ritmicamente contra as nádegas dela. Bruno de joelhos diante dela, controlava a entrada. Ele envolveu os dedos nos fios castanhos molhados de suor, puxando sua cabeça para frente.
Nina estava perdida no turbilhão. Sua mente, antes um mar de curiosidade e tensão, agora era pura sensação animal. Cada empurrão de Bruno preenchia sua boca de uma forma que fazia seus músculos tremerem; cada estocada de Ricardo em sua buceta a levava à beira do climax enquanto esguichava no pau de Ricardo , o prazer era avassalador. Ela sentia tudo se acumulando, uma pressão elétrica crescendo desde as profundezas do seu ventre, uma corda sendo esticada até um ponto de ruptura iminente.
Ricardo trocou um olhar com Bruno por cima do corpo curvado dela – um olhar de entendimento Bruno aumentou o ritmo, enquanto Ricardo com , suas estocadas tornando-se mais curtas e profundas. Ricardo começou a mover seus quadris num ritmo mais rápido e superficial, focando na pressão.
“Está chegando, não é?” Ricardo rosnou, puxando seu pau para trás apenas o suficiente para que suas palavras fossem ouvidas. “Vamos, Nina. Deixa sair.”
Foi a combinação dos comandos – a voz áspera de Ricardo, o impacto final e profundo de Bruno, a sensação de estar totalmente preenchida, usada, e incrivelmente desejada – que rompeu o dique.
Um tremor violento percorreu Nina do pescoço aos dedos dos pés. Um grito abafado e rouco explodiu dela, seguido por uma série de convulsões intensas. Então, veio a onda. Um jorro quente e copioso irrompeu dela, banhando a parte interna das coxas de Ricardo e escorrendo pela cama com um som úmido e audível. Foi um *squirt* intenso, uma liberação poderosa que parecia sugar todo o ar do quarto. Seu corpo arqueou-se para trás contra Ricardo antes de desabar para frente, ofegante e tremula, sustentada apenas pelos braços fracos e pela firmeza dos dois homens.
Por um longo momento, só se ouviu a respiração ofegante e pesada dos três, o ar carregado do cheiro do sexo e da liberação.
Capítulo 10
A sensação era tão avassaladora que Nina mal conseguia pensar. Cada neurônio estava ocupado processando a dupla penetração que a dominava — Ricardo por trás, firme e profundo, Bruno à frente, controlando seu ritmo com uma mão em seus cabelos. Ela estava repleta, usada, em êxtase. Mas no meio daquele turbilhão, uma nova faísca de desejo acendeu, mais profunda e insistente.
Mas Ricardo queria que sua mulher sentisse a verdadeira dupla penetracao e entao aproveitando aquele misto de emocoes vamos te dar aquela experiencia que tanto desejas-te ",afirmou Ricardo “Por favor… quero sentir tudo… tudo ao mesmo tempo.”
O pedido, tão sujo e preciso, eletrizou o ar. Ricardo, que estava segurando seus quadris com força, enterrou o rosto na curva do pescoço dela. Seus lábios roçaram a pele úmida enquanto suas palavras, um sussurro áspero e carregado, preencheram seu ouvido.
“É isso que você quer?” , sua voz uma vibração profunda contra sua espinha. “Quer ser completamente preenchida, aberta dos dois lados? Quer que a gente estique cada centímetro desse corpinho cheio de vontade?”
Enquanto falava, sua mão, que estava em sua cintura, deslizou para baixo, sobre a curva úmida de sua nádega. Bruno entendeu o movimento. Com um olhar rápido e de entendimento para Ricardo, ele ajustou o ângulo, permitindo que o dedo polegar de Ricardo encontrasse o pequeno anel tensionado entre as nádegas dela. O toque inicial foi uma promessa, apenas a ponta do dedo pressionando suavemente, já lubrificada pelo suor e pelos fluidos que escorriam de sua buceta estuprada pelo pau de Ricardo. os homens se posicionaram sobre ela enquanto Bruno com seu pau se enterra em sua buceta
. Ricardo não esperou. Ele cuspiu em seus próprios dedos, um gesto rápido e obsceno, antes de pressionar a entrada de seu anus
“Relaxa e recebe,” ele ordenou, sua voz um comando no seu ouvido. “Abre para a gente, . Deixa a gente entrar lá no fundo.”
Com um gemido longo e entregue, Nina cedeu. O pau de Ricardo deslizou para dentro, um centímetro, depois dois, encontrando uma pressão quente e apertada que fez seus próprios quadris se contorcerem. Era a peça final. Ela estava agora completamente ocupada, cada abertura invadida e preenchida, cada nervo em chamas. O movimento dos três se tornou uma sinfonia perversa: o vai e vem do pau de Ricardo em seu anus , o ritmo controlado de Bruno em sua buceta , e a pressão dos dois paus dentro dela .
Ricardo continuou a sussurrar, cada palavra um estímulo brutal. “Está sentindo? Está sentindo como você está toda aberta para nós? Como você está tomando os dois ao mesmo tempo, ? Vou enfiar me todo até o fundo enquanto ele fode sua buceta e eu como seu cuzinho apertado . Você é nossa agora, totalmente.”
A pressão dentro dela era insustentável, gloriosa. A corda do prazer, já esticada ao limite pelo orgasmo anterior, foi puxada novamente, mas desta vez com uma tensão diferente, mais profunda, mais visceral. Ela sentiu o calor se acumular em seu ventre como lava, uma onda colossal que não encontrava escape. Os movimentos dos homens se intensificaram, tornando-se mais rápidos, mais desesperados. Bruno começou a rosnar, seus quadris se sacudindo com força. Ricardo enterrou seu pau até as bolas e curvou-o, encontrando um ponto que fez Nina estremecer violentamente.
Foi o gatilho.
Um segundo clímax a atingiu, não com a liberação fluida do primeiro, mas com uma série de espasmos elétricos e contundentes que pareciam arrancar sua alma pelo corpo. Seu grito foi um som puro e rouco, abafado apenas pela carne na sua boca. Seu canal vaginal apertou o pau de Bruno com força pulsante, e seu ânus contraiu o de Ricardo em ritmo frenético. Ela se desfez, um tremor incontrolável percorrendo cada músculo, sua consciência dissolvendo-se em puro sentimento.
O êxtase dela foi o sinal para eles. Com um rugido gutural, Ricardo a prendeu com força e explodiu dentro dela, suas jorradas quentes preenchendo-a enquanto seus próprios espasmos ainda a sacudiam. Bruno, sentindo o corpo dela convulsar, segurou seus cabelos com mais força e libertou sua carga em seus seios com um gemido longo e profundo.
Por um momento eterno, só houve o som da respiração ofegante, dos corpos colados e tremulos, da realidade retornando lentamente à sala perfumada por sexo e suor.