O sorriso noturno de Gustavo
# A Noite da Maré A brisa salgada balançava as palmeiras do resort *Costa Proibida*, onde os murmúrios eram mais espessos que o ar noturno. Nice, de vestido preto que se moldava às curvas generosas de seu corpo, caminhava de mãos dadas com
Capítulo 1
A brisa salgada balançava as palmeiras do resort *Costa Proibida*, onde os murmúrios eram mais espessos que o ar noturno. Nice, de vestido preto que se moldava às curvas generosas de seu corpo, caminhava de mãos dadas com Rafael em direção à praia , quando passam por uma area do resort mais afastada do centro e reparam num letreiro que dizia " Entrada a membros apenas " acharam estranho ,mas continuaram a sua caminhada ,pois a noite estava agradavel e eles queriam passear por a praia estava um luar lindo ,mais tarde e de volta para o resort ,ao passarem por o mesmo local deparam com a silhueta de um homem se destacava sob a lua cheia, Quando ele se virou, seu sorriso era franco, e seus olhos percorreram Nice com uma apreciação que a fez sentir-se nua mesmo vestida. Ele, alto e imponente, irradiava uma energia de confiança que sussurrava promessas antigas. Rafael aproximou-se e perguntou que lugar era aquele e se fazia parte do resort . "É um lugar cheio de pessoas abertas a… novos horizontes",sorrindo , o estranho falou, sua voz grave ecoando o marulhar das ondas. Ele se apresentou como Gustavo. E explicou que, sim, fazia parte do resort, mas era um local onde casais, e não só, se podiam divertir e explorar todas as suas inibições. Era para membros , mas podiam falar com o check-in do resort e pedir um pass de visitante se quisessem entrar e explorar .
Nice sentiu um rubor subir por seu pescoço. Em resposta, Rafael começou a imaginar as imensas vezes que os dois tinham partilhado fantasias .
Capítulo 2
O silêncio que os levava de volta à villa era espesso, mas, em suas mentes, carregado de uma energia elétrica que Nice sentia na pele. As imagens do lugar proibido, do sorriso de Gustavo, da possibilidade palpável no ar, não saíam de suas mentes. Rafael , antes mesmo de entrar , sua mão já estava no pescoço de Nice, puxando-a para um beijo profundo e possessivo. A porta da villa mal se fechou quando as roupas começaram a cair.
Ele a empurrou contra a parede do hall de entrada, o corpo musculoso pressionando o dela. “Você estava toda excitada só de pensar naquele lugar, não estava?”, Rafael sussurrou rouco em seu ouvido, as mãos subindo seu vestido preto. Nice gemeu em confirmação, seus dedos desesperados abrindo o cinto dele. “E imaginando ele aqui, entre nós?”, ele acrescentou, a voz carregada da fantasia que eles tanto haviam partilhado.
Nice não conseguiu responder com palavras. Arrancou a camisa dele, beijando o peito suado, enquanto Rafael deslizava a calcinha dela para baixo. Seus dedos encontraram a buceta encharcada, e ele soltou um grunhido de aprovação. “Toda sua . Só sua… por enquanto”, ela arfou, desafiadora.
Ele a carregou até a cama enorme, o corpo dela afundando no colchão. Rafael a virou de bruços, posicionando-a de quatro. “Vamos fingir que ele está aqui vendo como eu vou te foder primeiro”, ele rosnou, sua palma acariciando a bunda generosa de Nice antes de desferir um tapinha firme que a fez saltar e gemer mais alto. Ele se ajoelhou atrás dela, seu pau já duro e imponente, esfregando a cabeça nos lábios úmidos dela. O atrito era delicioso, cruel, e Nice enterrou o rosto no travesseiro, os quadris buscando mais.
Quer ?", Rafael perguntou ,segurando seus quadris com força, vou me enterrar todo em si para ele ver como você fica quando está cheia de mim.”
“Sim…”, ela gemeu, a voz embargada pelo desejo. “Por favor, me enche. Quero que ele veja…”
Foi o que Rafael precisava ouvir. Com um empurrão firme, ele a penetrou completamente, e um grito gutural escapou de ambos. O ritmo que estabeleceu era implacável, cada investida profunda fazendo a cama balançar contra a parede. Nice se apoiava nos cotovelos, o cabelo castanho colado ao rosto, seus seios pesados balançando com a força das estocadas. A visão dela assim, submissa e ao mesmo tempo totalmente participante, era intoxicante.
Entre um gemido e outro, o palavreado sujo fluía. Rafael descrevia em detalhes vívidos o que um terceiro faria, como tocaria, onde beijaria, enquanto seu próprio corpo provava cada promessa. A fantasia os envolvia, tornando cada toque mais intenso, cada penetração mais profunda. Nice chegou perto do limite inúmeras vezes, suas contrações apertando o pau dele, mas ele a segurava no abismo, prolongando a tortura prazerosa.
. Um tremor violento a percorreu, seguido por uma onda de prazer tão intensa que a fez gritar, seu corpo se contraindo em espasmos incontroláveis enquanto sua buceta pulsava em torno dele. Foi o suficiente para levar Rafael junto. Com um rugido abafado, ele a puxou contra si e explodiu dentro dela, sua porra quente preenchendo-a enquanto seus corpos colados tremiam juntos na escuridão da villa.
Capítulo 3
A luz do sol entrava a jatos pela varanda da villa, iluminando os lençóis desfeitos e as roupas ainda espalhadas pelo chão. Nice acordou com a perna de Rafael pesada sobre a sua, o calor dos corpos um lembrete vívido da noite anterior. Ele já estava acordado, a mão traçando círculos lentos na curva de sua cintura.
“Bom dia”, ele murmurou, a voz ainda rouca do sono. Seus dedos subiram, encontrando a lateral de seu seio sob os lençóis. “Sonhei com a praia.”
Nice virou-se para enfrentá-lo, um sorriso malicioso nos lábios. “Com a praia… ou com a parte da praia que tem um portão?”
Rafael riu, baixo e íntimo. “O tal clube dos membros. Foi real, então? Não foi só o tesão da noite falando?”
“Foi real”, ela confirmou, sua mão deslizando pela barriga definida dele, sentindo os músculos se contraírem sob seu toque. “ E aquele Gustavo. O lugar proibido. Acho que foi muito real.”
Ficaram em silêncio por um momento, o som das ondas ao longe preenchendo o espaço.
“E então?”, Rafael perguntou finalmente, seus olhos escuros fixos nos dela, séculos. “Qual é o veredito? Ficamos só na fantasia… ou vamos lá dar uma olhada?”
Nice sentiu um frio na barriga, uma mistura de medo, nervosismo, excitação. Era antecipação. A mão dela parou de percorrer seu abdômen e desceu mais, encontrando o volume já crescente sob a cueca de algodão dele. Ela o envolveu com os dedos, sentindo-o pulsar e endurecer instantaneamente sob seu toque.
“Eu acho…”, ela sussurrou, aproximando os lábios dele, “que seria uma pena passar o fim de semana todo imaginando.” Deu um aperto suave, e Rafael prendeu a respiração. “Mas talvez… a gente pudesse lá ir dar uma olhadela para ver como é.”
“Acha ?”, ele arfou, seu quadril pressionando-se contra a mão dela.
Com um movimento fluido, Nice empurrou Rafael para que se deitasse de costas e montou sobre ele, os lençóis caindo e expondo seus corpos ao ar matinal. Ela se ajoelhou sobre suas coxas, seus seios redondos e pesados balançando suavemente, os mamilos já endurecidos.
Ela comecou a chupar , seu pau já duro e grande “Preparar a nossa aventura "disse ela com uma voz carregada de uma ousadia que vinha do mais profundo de sua fantasia .
Eles não estavam correndo para o clímax; estavam se lembrando, se sintonizando, alimentando a coragem com o fogo familiar que só os dois podiam criar.
O dia continuou entre muita cumplicidade sobre o que pensavam e expectativa ,entre alguns comentários sobre como seria e o que podia acontecer ,decidiam o que fazer conforme o que acontecesse, mas era difícil prever o desenrolar das coisas e a antecipação crescia . Até que a noite chegou .
O sorriso de Gustavo foi lento e cativante, um farol de calor no ambiente intimista do bar. Ele ergueu a própria taça de champagne em uma saudação silenciosa enquanto Nice e Rafael se aproximavam.
“Voltaram”, ele disse, sua voz grave tão suave quanto o som do jazz ao fundo. “Fiquei na esperança de que aparecessem.”
Rafael apertou levemente a mão de Nice, um gesto de apoio. “Decidimos aceitar o convite para conhecer o sitio ”, respondeu, com sua postura relaxada, mas os olhos atentos.
Gustavo acenou para o bartender, que prontamente serviu dois coquetéis sem que precisassem pedir. “Agradeço. Bem, vocês já perceberam que este não é um bar comum.” Seu olhar percorreu o salão, onde casais conversavam com familiaridade, risadas baixas ecoando nos cantos acolchoados. “Este é o coração do *Costa Proibida*. Um espaço para conexão genuína. E eu…”, ele fez uma pausa dramática, sorrindo, “sou o anfitrião negligente. O dono deste lugar.”
Nice sentiu um arrepio percorrer sua coluna. O ar ficou mais denso, mais carregado de possibilidade. “Dono?”, ela repetiu, tomando um gole de sua bebida doce e forte para se ancorar.
“Isso mesmo. E vejo em vocês… uma centelha especial. Uma curiosidade que vai além da mera observação.” Gustavo inclinou-se para frente sobre o balcão, diminuindo a distância entre eles. Seu perfume, amadeirado e salgado, invadiu os sentidos de Nice. “A maioria fica por aqui, na área social. Mas há outros níveis de experiência. Salas mais reservadas, para quem deseja explorar com mais… intensidade e privacidade.”
Seus olhos, de um cinza profundo, pousaram em Nice, depois em Rafael, avaliando, convidando. “Temos suítes particulares, com uma vista deslumbrante para o mar. Onde convidados especiais podem usufruir. Onde as fantasias podem se desdobrar sem testemunhas indesejadas, a não ser aquelas que são… parte da cena.”
Rafael trocou um olhar com Nice. A oferta estava lançada, clara e perigosamente tentadora. Era o próximo passo lógico, a materialização de tudo o que haviam sussurrado na cama. A mão de Rafael encontrou a de Nice, seus dedos se entrelaçando com força. Ele não perguntou com palavras; perguntou com a pressão de sua pele contra a dela, com o brilho nos olhos.
Nice mordeu suavemente o lábio inferior, sentindo o rubor subir por seu peito. A fantasia não era mais apenas uma voz na escuridão. Era um homem de poder, oferecendo-lhes as chaves de um reino privado. Ela olhou para Gustavo, para a confiança absoluta em sua postura, e então voltou a olhar para Rafael. Um pequeno aceno, quase imperceptível, saiu dela.
Foi o suficiente. Rafael voltou-se para Gustavo, sua voz firme, embora um pouco mais rouca do que o normal. “E essa suíte… está disponível esta noite?”
Gustavo sorriu, um reflexo de pura satisfação. “Para vocês”, ele disse, erguendo-se, “está sempre disponível.” Ele tirou um cartão-chave magnético do bolso e deslizou-o pelo balcão até Rafael. “O elevador dourado, no final do corredor. O último andar. Subam quando se sentirem prontos.” Seu olhar então fixou-se em Nice, percorrendo o decote de seu vestido como um toque físico. “Não se apressem. A antecipação… é metade do prazer.”
E com um último aceno, ele se fundiu com a multidão, deixando-os sozinhos com o cartão quente na mão de Rafael e o coração de Nice batendo forte contra as costelas. O barulho ao redor pareceu desaparecer. Eles tinham acabado de cruzar um limiar. Estariam preparados para a próxima porta que abrissem .
Capítulo 4
A porta da suíte se fechou com um clique suave, isolando-os do mundo. O ar estava fresco, perfumado, e a vista do mar sob o luar era de tirar o fôlego, mas nenhum deles conseguia olhar para nada além do outro. As mãos tremiam, não de medo, mas da corrente elétrica que percorria seus corpos.
Rafael não esperou. Assim que a porta se fechou, ele virou Nice e a empurrou gentilmente contra ela, seu corpo sólido moldando-se às suas costas. Suas mãos subiram por seus lados, encontrando a curva dos seios por cima do tecido fino do vestido.
“Aqui estamos”, ele sussurrou, os lábios quentes roçando a nuca dela, seus dedões esfregando os mamilos já duros através do tecido. “No lugar onde tudo pode acontecer.”
Nice arqueou as costas, um gemido baixo escapando. Seu quadril pressionou-se contra a ereção evidente de Rafael. “Você acha que temos coragem?”, ela perguntou, a voz embargada. “De realmente… ter alguém? De ver outro homem me tocando? Me penetrando?”
A pergunta, feita em voz alta naquele santuário, fez o ar ficar mais pesado. Rafael deslizou a mão para dentro do decote do vestido, agarrando um seio nu, sua pele quente e macia enchendo sua palma. Ele apertou com uma posse que fazia Nice suspirar.
“Nao sei ,mas nao vamos pensar nisso agora neste momento vamos so usufruir do momento”, Rafael disse no ouvido dela, sua voz áspera com desejo.
' Mas imaginar sua cara com a cabeça de um pau diferente entrar em você pela primeira vez, ver seus olhos rolando de prazer, sua boca aberta soltando gemido e excitante .” Ele beliscou o mamilo, e Nice gemeu mais alto, suas mãos se agarrando aos braços dele atrás de suas costas. “Mas só se você quiser. Só se você estiver ok com isso.”
Ele a virou para enfrentá-lo e desceu, ajoelhando-se diante dela. Suas mãos subiram suas coxas, pegando a barra do vestido curto e puxando para cima, revelando a calcinha de renda úmida. Rafael encostou o rosto naquele calor, respirando fundo seu aroma doce e salgado.
“Está encharcada só de pensar nisso, não está, ?”, ele disse, sua voz falando baixo de aprovação. Sem cerimônia, ele puxou a calcinha para o lado, expondo completamente sua buceta rosada e brilhante de excitação.
Nice segurou seu cabelo, os dedos se enterrando no couro cabeludo raspado. “Sim…”, ela arfou, os quadris iniciando um movimento circular instintivo. “Estou. Por favor, Rafael…”
Ele não a fez pedir duas vezes. Sua língua larga e quente lambeu uma faixa longa e lenta de baixo para cima, coletando todo o seu néctar. Nice soltou um grito abafado, a cabeça batendo contra a porta. Rafael a segurou pelos quadris, fixando-a no lugar enquanto sua boca começava a trabalhar com uma intensidade feroz. Ele lambia, chupava, focava no clitóris inchado, mergulhando a língua dentro dela e depois voltando, num ritmo que a fez tremer.
“É isso”, ele murmurou contra sua carne, a vibração fazendo seus joelhos fraquejarem. “Goza na minha boca. Goza agora, pensando que ele está aqui vendo. Que ele está vendo como você fica toda mole depois que eu te faço vir .”
A combinação de suas palavras sujas, a imagem vívida, e a habilidade implacável de sua língua foi demais. Um tremor violento começou em seu núcleo, explodindo para fora em ondas de puro êxtase. Nice gritou, seu corpo se contorcendo contra a porta enquanto a onda a arrastava, seus fluidos jorrando na boca ávida de Rafael. Ele bebeu cada gota, segurando-a firme até os últimos espasmos passarem.
Quando ela desabou, ofegante, ele se levantou, seu rosto brilhante. Ele a levou nos braços, carregando-a até a enorme cama. Deitou-a sobre os lençóis de cetim e ficou de pé, tirando a própria roupa, seu pau imponente e grosso saltando livre, a cabeça já escorrendo um fio de fluido.
“Agora”, ele disse e abre suas pernas . “Vamos fingir que ele chegou. Que está sentado naquela poltrona, só olhando.” Rafael posicionou em frente da cabeça de Nice enquanto esta abria sua boca e comecava a chupar o pau de Rafael . Vou te deixar toda aberta e pronta para ele. E você vai olhar para a poltrona e imaginar os olhos dele em você.” se isso a excitar, acho que esta pronta para levarmos a fantasia para a frente .
Com um empurrão profundo, ele preenchia sua boca por completo. Nice gemia , os dedos se enterrando nos lençóis. A fantasia não era mais apenas um sussurro; era uma presença palpável na sala, observando cada movimento, cada gemido, cada estocada profunda que Rafael dava, marcando seu território antes de ceder o espaço para um convidado imaginário.
Capítulo 5
A batida na porta cortou o ar denso, uma interrupção sólida na sinfonia de suspiros. Rafael e Nice se entreolharam, um instante de realidade trespassando a fantasia. Um sorriso rápido, conspiratório, cruzou o rosto de Rafael antes que ele se desprendesse dela e caminhou até a porta.
Ao abrir, Gustavo estava ali, sua presença física agora substituindo o espectro imaginário. Trazia apenas um sorriso lânguido e um cocktail na mão. "Só queria verificar se estão a gostar da suite", disse, seus olhos escuros passando de Rafael para Nice, que se apoiara contra a cama, ainda com o roupão de seda um pouco aberto revelando seu decote ,e seu corpo marcado pela excitação.
"Estamos a gostar muito", respondeu Rafael, sua voz ainda rouca.
Gustavo entrou, seu olhar apreciativo pairando sobre Nice. "Vejo que estão... envolvidos. O ambiente está quente, vibrante." Ele aproximou-se, colocando o coquetel sobre uma mesa. "Permitam-me oferecer algo mais direto. Uma massagem, para aliviar a tensão acumulada."
Nice sentiu um novo tremor, diferente, ela e Rafael se olharam . Era o peso da decisão real, palpável, substituindo a leveza do jogo mental. Gustavo se aproximou dela, suas mãos grandes e hábeis pairando sobre seus ombros antes de começarem a deslizar o roupão de seda, que caiu em um silêncio suave, expondo completamente seu corpo ao olhar dos dois homens.
Rafael observava, sua respiração controlada, mas seu olho ardente fixo em cada movimento. Gustavo começou a trabalhar, seus dedos encontrando os músculos tensos de Nice, pressionando, relaxando, mas sempre descendo, sempre se aproximando das zonas que latejavam de desejo. A seda da roupa de Gustavo roçava a pele de Nice enquanto ele se inclinava, seu calor corporal misturando-se ao dela.
"Você e extraordinária e sexy ", murmurou Gustavo, enquanto olhou para Rafael seus dedos agora explorando as curvas de suas costas, deslizando até o início das nádegas. Nice arqueou-se involuntariamente, e um gemido escapou quando um dos dedos roçou o sulco entre elas.
Rafael, na poltrona, apertou os punhos, sua própria excitação visível, mas sua decisão clara: observar a reacao de Nice Era a concretização da fantasia, mas com a regra do seu consentimento soberano. Ele viu Gustavo baixar ainda mais, suas mãos agora trabalhando os músculos das coxas de Nice, aproximando-se deliberadamente do centro úmido e pulsante dela. A massagem transformou-se em um ritual de aproximação, cada toque um passo mais profundo no território íntimo.
Gustavo finalmente posicionou-se, suas mãos firmes nas ancas de Nice, seus dedos agora a apenas um centímetro da entrada de seu calor. "Deixe-me aliviar esta tensão aqui", disse Gustavo, sempre educadamente e com muita calma ; sua voz, um sussurro, ecoou na sala. Nice olhou para Rafael, buscando confirmação, e encontrou apenas um olhar de intensa concentração e aprovação. Ela fechou os olhos, entregando-se à sensação, enquanto Gustavo começou a massagear de forma circular, exatamente no ponto onde a fantasia e a realidade se fundiam, aumentando a tensão até um nível quase crítico, mas mantendo-se no limiar, deixando a promessa do próximo passo pairar no ar salgado da suíte.
Capítulo 6
A mão de Gustavo mergulhou mais fundo, seus dedos longos e hábeis encontrando aquele ponto pulsante dentro de Nice com uma precisão cirúrgica. Ela arqueou as costas, um gemido alto e rouco rasgando o silêncio da sala, seus dedos se enterrando na coberta da cama. A sensação era intensa, tão direta, que parecia um circuito elétrico conectando seu clitóris ao fundo do seu ventre.
Rafael não conseguiu mais ficar parado. A visão de sua mulher, entregue àquele êxtase provocado pelas mãos de outro homem, foi o estopim. Com um movimento decidido, ele se levantou da poltrona. Seu roupão de seda estava aberto, e seu pau já estava completamente ereto, grosso e duro, pulsando com cada batida do coração. Ele caminhou até a cama, sua sombra pairando sobre Nice.
beijando sua mulher susurrou ao seu ouvido "voce esta bem " Nice acenou levemente .
Sem uma palavra, ele se posicionou de frente para o rosto dela. Nice abriu os olhos, turvos de prazer, e fixou aquele membro imponente a centímetros de seus lábios. A salivação aumentou instantaneamente em sua boca, um desejo primitivo tomando conta. Ela podia sentir o calor emanando da pele dele, ver as veias saltadas.
Gustavo não parou. Com um olhar de cumplicidade para Rafael, ele continuou a massagear o ponto G de Nice, seus movimentos agora mais firmes, mais ritmados, mantendo-a naquele limiar delicioso e torturante. Ele usava sua outra mão para massajar os seios grandes beliscando levemente os mamilos erectos de Nice , enquanto a ia mantendo-a aberta e vulnerável.
Seus lábios se separaram, e Rafael, com um suspiro profundo, guiou a cabeça de seu pau até eles. O primeiro contato foi elétrico. A ponta úmida roçou seus lábios antes de deslizar para dentro, preenchendo sua boca com um sabor familiar, mas intensificado pelo contexto. Rafael gemeu baixo, suas mãos indo até os cabelos castanhos dela, não para forçar, mas para se ancorar.
Enquanto isso, os dedos de Gustavo trabalhavam incansavelmente dentro dela, sincronizando-se com os movimentos de vai-e-vem de Rafael em sua boca. Era uma dupla invasão perfeita, uma orquestração de prazer que fazia Nice se sentir totalmente possuída, mas incrivelmente livre. Seus próprios gemidos ficavam abafados pelo pau de Rafael, transformando-se em vibrações que ele podia sentir.
Ela chupava com uma voracidade que nunca antes demonstrou, suas mãos agarrando as nádegas de Rafael, puxando-o mais para dentro, querendo mais dele, mais de tudo. O quarto ficou cheio do som úmido da felação, dos gemidos abafados de Nice e da respiração ofegante e controlada de Gustavo, que observava, fascinado, a cena que ele ajudara a criar. Os pensamentos haviam terminado . A fantasia agora era carne, suor e desejo puro, e todos estavam imersos nela.
Um olhar carregado de entendimento passou entre Rafael e Gustavo, um acordo silencioso selado nos olhares pesados de desejo. Em um movimento fluido, coordenado, eles trocaram de posição.
Rafael deslizou para baixo, seu pau deixando a boca quente de Nice para encontrar uma umidade muito mais profunda. Ele se posicionou entre as pernas abertas dela, e a ponta larga e rosada de seu membro encontrou os lábios inchados e brilhantes da buceta de Nice, que pingava dos estímulos hábeis de Gustavo. Com um gemido gutural, Rafael pressionou e afundou dentro dela num movimento único, forte, preenchendo-a completamente com uma familiaridade que agora parecia eletrizante.
Enquanto isso, Gustavo avançou para a frente de Nice. Seus olhos nunca deixaram os dela enquanto abria a camisa revelando um torso definido e deixava cair as calças aos seus pés. Mas o que realmente prendeu o fôlego de Nice foi o que estava agora a centímetros de seu rosto.
O pau de Gustavo era monumental. Grosso e longo de uma forma que ela so tinha visto quando via filmes porno com Rafael aquele tipo de pau grosso que fazia bucetas abrir e enrolar a pele em sua volta aquele pau que fazia s mulheres revirarem os olhos e gemer ,aquele pau que esticava uma buceta aos limites e agora tinha um diante de si ela so tinha imaginado como seria ter um pau assim ate esse momento, Era maior que o de Rafael, que ela já considerava generoso. A espessura era tão impressionante que ela sabia, instintivamente, que não conseguiria fechar a mão ao redor dele. Uma veia pulsante percorria o comprimento, e a cabeça parecia um cogumelo escarlate e ameaçador. Um desejo avassalador, misturado com um frio na barriga, tomou conta dela.
Sem hesitar, Gustavo guiou aquele membro imponente para a boca aberta de Nice. Ela ofegou quando a ponta encostou em seus lábios, e então ele empurrou, preenchendo sua boca de uma forma nova, desafiadora, que esticou seus lábios e fez seus olhos lacrimejarem.
Agora, Nice estava no centro de um turbilhão perfeito. Por baixo, Rafael a fodia com uma cadência profunda e poderosa, cada investida a empurrando contra o colchão e mais fundo no membro de Gustavo. Por cima, ela lutava para acomodar a enorme circunferência de Gustavo em sua boca, sua língua explorando a veia saliente enquanto ele começava um vaivém lento e controlado.
O som que preencheu o quarto foi uma sinfonia crua de prazer: o impacto úmido das coxas de Rafael contra a bunda de Nice, os sons engasgados e úmidos de sua garganta tomada, os gemidos roucos dos dois homens. O ritmo se encontrou, se sincronizou. Quando Rafael afundava nela, Gustavo recuava de sua boca, e vice-versa, criando uma maré dupla de sensações que levou Nice a um estado de pura sensação. disfrutando do puro prazer que sentia . Seus gemidos, abafados pelo pau na boca, vibravam ao longo do corpo de Gustavo. suas pernas se prenderam com mais força nas costas de Rafael, puxando-o para ainda mais fundo.
Eles eram uma única entidade pulsante, um circuito fechado de dar e receber, onde cada movimento de um amplificava o prazer dos outros dois, levando-os todos, em uníssono, para um limiar cada vez mais alto e inevitável.
O ritmo se tornou uma coisa viva, um vai implacável que batia no núcleo derretido de Nice. Ela estava presa entre dois mundos de prazer, a cada empurrão de Rafael no seu íntimo fazia com que ela esguicha-se seus sucos para fora de sua buceta empurrando-a mais fundo na garganta contra o pau monumental de Gustavo.
“Isso… é isso mesmo,” Rafael gemeu, suas palavras saindo entre dentes cerrados enquanto suas mãos agarravam os quadris largos de Nice, puxando-a contra cada investida com uma força possessiva. “Toma tudo, gostosa. Toma esse pau.”
Gustavo não falava. Sua comunicação era física, total. Ele controlava o vaivém com uma precisão cruel, às vezes afundando tão fundo que a cabeça dele batia na parte de trás da garganta de Nice, fazendo-a engasgar, seus olhos arregalados de choque e êxtase. Outras vezes, ele recuava quase completamente, apenas a cabeça enorme repousando em seus lábios esticados, deixando-a ofegar por um segundo antes de invadir novamente.
“Você está incrível assim,” Gustavo finalmente sussurrou, sua voz grave cortando o ar carregado. Ele puxou seu membro para fora por um momento, a saliva brilhando em um fio entre sua ponta e os lábios inchados de Nice. “Olha para mim.”
Nice obedeceu, seus olhos vidrados encontrando os dele.
“Abre bem. Quero ver você engolindo.”
E ele voltou a entrar, mais devagar desta vez, permitindo que Nice visse cada centímetro daquele monstro desaparecer entre seus lábios. Ela fez um esforço consciente para relaxar a mandíbula, para abrir mais a garganta.
Nice gemeu ao redor dele, o som abafado e vibrante fazendo Gustavo cerrar os olhos de prazer. Ao mesmo tempo, Rafael aumentou o ritmo abaixo dela, suas coxas batendo contra a bunda dela com um som úmido e repetitivo que ecoava no quarto.
Enquanto isso, Nice não aguentava o fogo dentro dela até um ponto insustentável. A tensão que vinha construindo em seu baixo-ventre se torceu em um nó de fogo branco.
“Não… não vou aguentar,” ela conseguiu gritar quando Gustavo recuou novamente para lhe dar ar. Suas palavras eram um grito rouco e suplicante.
E antes que Nice pudesse recuperar o fôlego ou sequer processar as ondas do primeiro clímax, saíram em espasmos , contrações e um prazer enorme esguichando e vindo-se molhando tudo em sua volta antes de soltar um último gemido longo e satisfeita.
Finalmente soltando-a Rafael , recuou lentamente. Nice deitada no colchão entre os dois homens sem fôlego e completamente derretida—por dentro encharcada
O quarto ficou em silêncio por alguns segundos longos enquanto as respirações pesadas diminuíam para uma cadência normal
Capítulo 7
Nice ofegava, tentando recuperar o fôlego enquanto ondas de choque ainda percorriam seu corpo. Seus músculos tremiam, mas a sensação de estar completamente preenchida e usada era viciante. Gustavo não parou de acariciar seus seios, os dedos dele apertando e torcendo os mamilos já sensíveis, mantendo o fogo dela vivo.
“Você está tão molhada,” sussurrou Rafael, sua voz quente contra a nuca dela enquanto ele se ajoelhava atrás. Suas mãos deslizaram pelas laterais de seu corpo até suas coxas, abrindo-as mais. “Tão pronta para mais. Você quer isso, ? Quer sentir ele entrando agora que você está bem aberta e molhada .”
Nice só conseguiu balançar a cabeça, um gemido fraco saindo de sua garganta. Era verdade. Apesar da exaustão, uma nova onda de desejo crescia dentro dela, mais profunda e exigente, olhando nos olhos de Rafael acenou ligeiramente sua cabeça
Gustavo posicionou-se entre suas pernas abertas. Ele passou a cabeça inchada e ampla de seu pau pelo clitóris dela e depois pela entrada encharcada, coletando os fluidos que escorriam dela. A pressão era imensa, uma promessa de plenitude ainda maior.
“Isso é só o começo, vou com calma ”, ele murmurou, os olhos fixos nos dela enquanto começava a empurrar.
A largura dele era uma invasão gloriosa. Nice gemeu , seus dedos se enterrando nos lençóis. Ele entrou devagar, permitindo que seu corpo se esticasse e se adaptasse, mas cada centímetro conquistado era uma queimadura de prazer. Ela estava tão aberta, tão lubrificada pela sua própria excitação e por Rafael, que ele deslizou fundo com uma passagem suave e implacável.
Rafael observava, sua respiração acelerada. Ele se inclinou, colocando os lábios perto do ouvido dela. “Agora você está cheia por ele ,” sussurrou Rafael, estou vendo sua cara de prazer enquanto ele te fode .
Ele colocou as mãos na cintura dela, segurando-a firme enquanto Gustavo começava a se mover. O ritmo era lento e profundo, uma investida potente que fazia Nice se contorcer. O corpo dela estava sendo preparado, testado, levado ao limite novamente. E ela se entregou completamente, pronta para a próxima rodada de prazer que já começava a construir.
Capítulo 8
Gustavo moveu-se dentro dela com uma cadência profunda e implacável. Cada investida era uma afirmação, distendendo seus limites já tão testados. A largura do membro dele preenchia cada centímetro. Seus dedos continuavam a apertar e rodar seus mamilos, mantendo um fio elétrico de dor-prazer pulsando nela.
Foi então que as mãos dele deslizaram para suas nádegas, a carne trêmula sob sua palma. Nice sentiu o calor de um óleo sendo derramado no sulco entre suas bundas. A sensação era quente e escorregadia. Gustavo massageou o músculo tenso, amassando com firmeza enquanto sua cintura continuava a arremessar pra frente.
“Esta gostando?,” ele sussurrou, o bafo quente em seu ouvido ofegante. A afirmação era um fato, não uma pergunta.
Rafael, observando de perto com o próprio pau rígido e brilhante de sua umidade, posicionou-se diante dela. “Vem aqui, baby. Me chupa de novo.”
Nice inclinou a cabeça para frente, levando a ponta inchada de Rafael para dentro de sua boca. O sabor salgado e familiar inundou seus sentidos. Ela começou a chupar, um movimento ritmado e profundo, sincronizando-se inconscientemente com as arremetidas de Gustavo em sua buceta. enquanto gemia e seus olhos rolavam de prazer , levando Rafael a um êxtase de ver sua mulher a ter tanto prazer
Enquanto isso, o dedo polegar de Gustavo, lubrificado pelo óleo quente, parou de massagear e começou a pressionar. Aperto. Um ponto de resistência íntimo que fez Nice estremecer por todo o corpo, um gemido abafado pelo pau de Rafael. Com uma pressão constante e experiente, o dedo dele cedeu, penetrando o anel anal apertado vamos preparar voce para tudo .
Um arrepio intenso percorreu sua espinha. A invasão era deliciosamente proibida, um contraste agudo com a plenitude úmida que ela sentia mais adiante. Gustavo trabalhou o dedo dentro e para fora, devagar, alongando, preparando. A mistura de sensações era vertiginosa: a boca cheia, a buceta sendo violentamente possuída, e agora essa nova abertura sendo cuidadosamente aberta.
Rafael, sentindo a contração de seu corpo ao redor de seu membro, gemeu de aprovação. “Isso... isso mesmo. A noite é tua . Vamos te deixar completamente cheia.”
Gustavo retirou o dedo. Nice sentiu o vazio, mas não por muito tempo, seguido pela cabeça fria e lubrificada de Rafael pressionando o mesmo ponto. Ele não pediu permissão. Ele não precisava. O olhar entre eles dizia tudo.
Com um empurrão firme e controlado, Rafael enterrou a cabeca de seu pau abrindo seu cuzinho bem lubrificado e massajado antes por os dedos de Gustavo .
Nice gritou, o som distorcido pelo membro em sua boca. A dor era uma faísca branca e aguda que rapidamente se dissolveu em um mar de prazer avassalador. Ela estava imprensada, perfurada, completamente tomada por dois homens. Gustavo no seu canal úmido, Rafael no seu cuzinho apertado Rafael se manteu ali deixando seu canal se acostumar ao seu tamanho que a invadia enquanto Gustavo ia entrando e saido lentamente de sua buceta um vai vem calmo para que Nice podesse se acostumar aos dois ,Rafael pulsava com seu pau duro e grosso comecou lentamente a se enterrar no seu cuzinho ate entrar completamente Nice sentia os dois enormes e duros dentro dela era um prazer avassalador .
Eles encontraram um ritmo. Um entrava enquanto o outro saía, um fluxo contínuo e opressor de sensações. Seu corpo era o ponto de conexão, um nó de carne e desejo sendo usado sem piedade. A visão de seus próprios seios pulando com o impacto, os sons úmidos da foda, o cheiro de sexo e suor—tudo se fundiu em um único instante de pura carnalidade ha muito que ja nao pensava no que ela e Rafael estavam fazendo o facto de ter outro homem dentro de si, a consciência de estarem fazendo o que, até então, havia sido apenas uma fantasia não ocupava espaço em sua mente. Somente o prazer que estava sentindo e todas as sensações importavam. Se já era excitante quando apenas fantasiava, agora, vivenciando aquilo, era muito mais.
O orgasmo a atingiu sem aviso, um terremoto interno que começou no núcleo onde os dois membros se encontravam. Sua buceta pulsou violentamente em torno de Gustavo, suas contrações internas apertando Rafael ao mesmo tempo. Ela se contorceu, engasgando no pau de Rafael, ondas de prazer tão intensas que beiravam a dor. Foi quando Gustavo rugiu, suas investidas ficando um pouco descontroladas e profundas se tornaram mais rápidas antes de ele explodir dentro dela, um jato quente inundando suas entranhas. O pulso dele dentro de sua buceta foi o gatilho para Rafael, que tambem aumentou seu ritmo e com um gemido rouco, despejou sua porra no buraquinho mais íntimo dela Fazendo com que escorresse para fora deslizando por suas pernas
Nice desabou, com um tremor contínuo percorrendo seu corpo. Ela estava cheia, marcada, exaurida. Os dois homens se retiraram lentamente, e ela caiu de lado na cama, incapaz de mover um músculo, respiração ofegante, coberta por eles por dentro e por fora; ela estava ali nua, , maravilhosamente satisfeita, sentindo os fluidos quentes dos dois homens escorrerem lentamente de suas duas aberturas.
Foi então que um movimento sutil nas sombras profundas do canto do quarto chamou sua atenção. Uma silhueta se destacou da penumbra, elegante e deliberada. Era uma mulher, alta e esguia, vestindo apenas um robe de seda preta que se abria levemente com seu movimento. Seus cabelos escuros caíam em ondas sobre os ombros, e seus olhos, de um verde profundo como o mar noturno, capturavam a luz baixa com um brilho de interesse intenso.
Ela caminhou em direção à cama com uma segurança silenciosa, seus passos quase inaudíveis. Seu olhar percorreu os três corpos entrelaçados e exaustos:deitados na cama e Nice, derretida no centro de tudo.
A mulher parou ao lado de Gustavo. Um sorriso pequeno e conhecedor tocou seus lábios.
“Que performance cativante,” ela disse, sua voz um contralto suave que preencheu o silêncio pós-clímax como fumaça. “Uma verdadeira sinfonia de prazer.”
Todos se viraram para ela. Gustavo não pareceu surpreso; seu próprio sorriso respondeu ao dela.
“Elena,” ele cumprimentou, como se a esperasse.
Elena inclinou a cabeça em direção a Nice e Rafael. “Eu estava observando. Desde o início, na varanda ao lado... vocês deixaram as cortinas apenas entreabertas. A luz... era convidativa.” Seus olhos verdes se fixaram em Nice, estudando cada curva exposta, cada marca rosada na pele dela. “A coragem dela é... eletrizante. A forma como ela se entregou aos dois. Raramente se vê.”
Ela então voltou seu olhar para Gustavo, o tom da sua voz baixando para algo mais íntimo, uma negociação no ar. “Gustavo...Eu gostaria muito... de provar.”
A proposta pairou no ar quente. Nice sentiu um choque percorrer seu corpo exausto – não de medo, mas de uma excitação súbita e traiçoeira. A ideia de ser observada por aquela mulher misteriosa desde o começo era assustadoramente excitante. E agora ela queria mais do que observar.
Rafael trocou um olhar com Nice. Seus olhos perguntavam, mas já brilhavam com a possibilidade reacendida.
Gustavo se virou para eles, seu corpo imponente atuando como ponte entre os dois mundos. “O convite está feito,” ele disse calmamente. “O clube é sobre exploração... e generosidade.”
Sem esperar por uma resposta verbal – pois nenhuma era necessária – Elena despiu o robe de seda. Ele deslizou de seus ombros para o chão sem um som, revelando um corpo esculpido: seios grandes e firmes com mamilos eretos e escuros, uma cintura estreita que se abria em quadris curvilíneos. Ela estava completamente depilada, sua pele alva como porcelana sob a luz baixa.
Ela se aproximou da cama e se ajoelhou na borda, bem em frente a Gustavo e comecou a chupar seu pau que ainda brilhava dos sucos vaginais de Nice . Seu perfume era algo exótico – jasmim e âmbar – envolvendo os sentidos de Nice.
“Você está tão linda assim... usada,” Elena sussurrou, sua mão chegando para acariciar os seios de Nice. Seu toque era frio em contraste com a pele superaquecida da morena.
Enquanto chupou o pau de Gustavo
Em seguida, ela virou a cabeça para Rafael pegando em seu pau com a outra mao e sem demora enfiou tambem em sua boca chupando Rafael com vontade como que polindo todos os sucos de Nice
Seus lábios encontraram os de Nice em um beijo profundo e explorador que não pediu permissão – apenas tomou posse dela , diferentemente dos beijos dos homens; este era hábil e sedutor . Seus dedos afundaram nos cabelos castanhos enquanto sua língua saboreava o sabor residual do sexo . Quando ela finalmente se afastou foi beijando Nice lentamente ate sua buceta comecando a chupar seus labios vaginais inchados de terem sido usados por os dois Homens e aquele pau grosso de Gustavo que a tinha esticado como nunca antes por dentro e por fora chupou tudo os liquidos que aquela buceta tinha deixando Rafael a olhar e a tremer de novo de excitacao sua mulher a ser chupada por uma outra .
Então ,sem pressa, beijou os três lentamente e apontou para uma travessa de coquetéis e para o jacuzzi, convidando-os a entrarem, venham, vai saber bem para relaxar ,selando pacto secreto entre quatro almas perdidas dentro da própria luxúria insaciável .