Olhos Que Se Observam no Escuro

A woman in a lace slip touches a stranger's arm while her partner watches intently from...

# Uma Noite no "Veludo" Ana sentiu o arrepio percorrendo sua espinha antes mesmo de atravessar o portal escuro, o letreiro de néon roxo "Veludo" piscando como um convite. Seus seios, generosos e redondos sob o vestido de cetim negro, parec

Capítulo 1

Ana sentiu o arrepio percorrendo sua espinha antes mesmo de atravessar o portal escuro, o letreiro de néon roxo "Veludo" piscando como um convite. Seus seios, generosos e redondos sob o vestido de cetim negro, pareciam pesar mais, cientes do olhar invisível de Pedro da sua posição estratégica. Combinavam: ela, à esquerda, no salão principal inundado por sons de trip-hop e névoa; ele, à direita, na área dos bares mais íntimos. O plano era simples: observar, ansiar, e talvez… encontrar-se através de terceiros. Eles iam levar adiante o que tinham falado: troca de parceiros num bar de swing .

Seu coração martelou quando um estranho, tão musculoso quanto confiante, se aproximou. Seus dedos grandes traçaram um círculo no vidro molhado de seu copo, um gesto casual, mas seu olhar era uma pergunta. Nice sorriu, um lampejo de travessura. Da sua posição, Pedro viu tudo: viu os olhos escuros do desconhecido deslizando sobre as curvas da mulher que ele amava, viu sua mão pousar levemente em seu quadril. O ciúme e a excitação se fundiram, uma mistura intoxicante que o manteve preso. Ele não via o sussurro no ouvido dela, as palavras sujas e promissoras que anunciavam um toque de massagem que levaria ao êxtase, ou a pergunta suave sobre se ela e seu parceiro gostariam de explorar mais. Mas via o rosto dela corar, via os dedos dela se enroscarem no braço do homem, e sabia que a corrente invisível que os unia estava prestes a ser puxada, levando-os a um mergulho nas profundezas mais secretas do "Veludo".


Capítulo 2

A porta se fechou atrás deles com um clique surdo, isolando a batida da música em um zumbido surdo. O quarto privativo era pequeno, forrado de veludo negro e iluminado por uma luz âmbar fraca. Antes que Nice pudesse respirar, o estranho a virou de costas para ele, a pressão firme de seu corpo impondo seu tamanho e sua força. Seu corpo quente colou-se às costas dela, suas mãos grandes encontrando imediatamente os ombros tensos sob o vestido de cetim.

“Relaxa,” ele sussurrou, sua respiração quente atingindo seu pescoço enquanto seus polegares desenhavam círculos profundos na carne. Nice soltou um suspiro, a cabeça inclinando-se para frente. Foi um movimento lento, deliberado, seus dedos deslizando pelas omoplatas, descendo a coluna, cada pressão calculada para fazer com que seus músculos cedessem e o fogo subisse. Ele puxou o zíper do vestido dela, abrindo-o apenas o suficiente para que suas mãos encontrassem a pele nua das costas. A sensação de suas palmas ásperas e quentes contra sua carne fez com que um tremor percorresse seu corpo.

De sua posição, Pedro observou quando os dois entraram no quarto , engolindo a saliva grossa. . Eles tinham sido diretos: iam até o fim. Aquele pensamento, aliado à visão da mulher que amava entregando-se à exploração de outro, endureceu seu pau com uma dor quase insuportável.

Dentro do quarto, as mãos do estranho se moveram para baixo, agarrando a cintura de Nice, os polegares se enterrando nos sulcos acima dos quadris. Ele a puxou para trás, fazendo com que as nádegas redondas, apenas cobertas pela calcinha rendada, pressionassem contra a evidente ereção que ele carregava nas calças. Um gemido baixo escapou da garganta dela.


Capítulo 3

Dentro do quarto, o estranho ajoelhou-se de frente para Nice, seus olhos escuros cobiçando os seios que agora estavam quase totalmente expostos. Suas mãos grandes seguraram as laterais de seu torso, os polegares acariciando as curvas inferiores.

“São perfeitos,” ele murmurou, a voz rouca. Antes que ela respondesse, ele inclinou a cabeça e capturou um mamilo endurecido entre os lábios, envolvendo-o com a língua quente e úmida.

“Ah, Deus…” Nice gemeu, seus dedos se enterrando nos cabelos curtos dele. A sensação era intensa, uma sucção rítmica e profunda que fazia ondas de prazer percorrerem sua barriga. Ele alternava entre os dois seios, lambendo, sugando, mordiscando de leve, enquanto suas mãos massageavam a carne pesada e generosa, apertando e acariciando. O calor se acumulava em seu centro, uma pulsação úmida e insistente contra a renda da calcinha.

“Gosta quando eu chupo esses peitos lindos?” ele perguntou, soltando o mamilo com um estalo sujo.

“Sim… não para,” ela ofegou, arqueando as costas para oferecer mais.

***

Enquanto isso, Pedro caminhava pelos corredores mais sombrios do clube, o som abafado de gemidos e rangidos de móveis guiando seus passos. A porta de uma das salas estava entreaberta. Ele espiou.

Dentro, uma mulher loura, curvilínea e de pernas longas, estava de quatro em um divã baixo. Um homem, atrás dela, a penetrava com estocadas profundas e audíveis, suas mãos agarradas com força aos quadris dela. A loura virou a cabeça e seus olhos azuis, vidrados de prazer, encontraram os de Pedro na porta. Um sorriso lento e convidativo se abriu em seus lábios.

“Ei, lindo,” ela chamou, a voz trêmula entre uma estocada e outra. “Não fica só olhando… Vem cá. Eu adoraria sentir seu pau em minha boca enquanto ele me fode.”

O homem atrás dela riu baixo, sem diminuir o ritmo. “Ela é gulosa, amigo. Pode vir.”

O coração de Pedro disparou. A visão explícita, o convite direto, a lembrança de Nice sendo devorada por outro homem em outra sala… Tudo se fundiu em um desejo avassalador. Sem pensar duas vezes, ele entrou no quarto, a porta se fechando atrás dele. Ele se ajoelhou na frente da loura, suas mãos encontrando as cochas suadas dela. Ela já estava com as pernas bem abertas, os lábios rosados e inchados de sua buceta completamente expostos, glistening com a umidade dela e do homem que a penetrava.

“Isso… assim,” ela gemeu quando Pedro se aproximou, o cheiro intenso e animal dela enchendo seus sentidos.

Ele não hesitou. Enterrou seu pau nela, sua língua o chupando A loura gritou, seu corpo se contorcendo entre as duas atenções. Pedro fechou os olhos, saboreando a chupada daquela mulher , focando no ritmo de sua língua, enquanto, em sua mente, a imagem dos seios de Nice sendo chupados pelo estranho queimava ainda mais forte, alimentando cada lambida, cada sucção.


Capítulo 4

As palavras ásperas do estranho, sussurradas e a promessa de prazer, foram como uma chave que destravou algo profundo dentro de Nice. Ele não estava pedindo; estava ordenando, com uma confiança que fez o sangue dela ferver. Seus gemidos, antes contidos, tornaram-se mais altos, mais descontrolados, uma resposta involuntária aos dedos que agora não apenas massageavam, mas exploravam, escavavam os pontos de tensão para transformá-los em focos de desejo puro.

“Sim… assim mesmo,” ela gemeu em resposta, sua voz um fio rouco de submissão e anseio.

Ele a virou para frente, suas mãos grandes agarrando seu rosto com uma força possessiva. Seus olhos escuros queimavam com intensidade. “Então me mostra. Agora.”

Sob esse comando, Nice afundou de joelhos no carpete macio do quarto. Suas mãos tremiam levemente quando desabotoaram a calça dele, libertando um pau que já estava latejante e duro e que ela nao estava preparada era grande um volume grosso . Ela o envolveu com os lábios, sentindo o peso, o calor, de sua pele contra sua língua. Sua boca o acolheu, e ela começou a mover a cabeça num ritmo lento e profundo,tentando engolir todo suas mãos firmes na base dele. O estranho soltou um grunhido gutural, seus dedos se enterrando nos cabelos castanhos dela, guiando-a, mas não forçando. Era uma entrega, uma adoração comandada.

Enquanto isso, a onda de prazer que começou a subir dentro dela não cessou; pelo contrário, aumentou. Cada sucção, cada passada de língua na cabeça sensível dele, ecoava em seu próprio corpo, fazendo a umidade entre suas pernas se tornar um fluxo quente e insistente. Ela podia sentir a própria calcinha encharcada, colando-se em seus lábios inchados. Seus gemidos, agora abafados pelo pau na boca, vibravam através dele, um feedback delicioso e sujo.

O estranho olhou para baixo, vendo Nice curvilínea completamente absorvida no ato, seus seios pesados balançando levemente com o movimento. “Isso… você é uma boa menina,” ele rosnou, os quadris começando a impulsionar-se suavemente, aprofundando a penetração em sua boca quente. “Quero ouvir você engasgar comigo.”

Nice fechou os olhos, entregando-se à sensação, à asfixia controlada, ao sabor dele. Em sua mente, uma imagem clara surgiu: Pedro, em outra sala, fazendo outra mulher gemir da mesma forma. Aquele pensamento, longe de diminuir sua excitação, a elevou a um novo patamar. Ela estava fazendo isso por ele, por eles, e cada gemido abafado era uma promessa do que estava por vir.


Capítulo 5

O movimento da boca de Nice era um ritmo hipnótico, sua língua explorando cada veia pulsante do pau enorme que preenchia sua garganta. Foi então que ela sentiu a ponta de um dedo, fria e untada com algo, pressionando firmemente contra seu ânus apertado.

Ela arqueou as costas involuntariamente, um gemido profundo vibrando através do membro em sua boca. O estranho não hesitou. Com uma pressão constante e implacável, seu dedo forte atravessou o anel muscular tenso e penetrou naquele espaço quente e íntimo.

“Você gosta de anal?” ele sussurrou, sua voz um rosnado áspero enquanto seu dedo começava a mover-se dentro dela, um vai-e-vem profundo e invasivo.

A sensação foi eletrizante. Um choque de prazer proibido explodiu na base da sua espinha, misturando-se à pressão constante em sua boca. “Sim!” mas ao mesmo tempo pensou "porra este e maior que Pedro nao sei se consigo" gemeu, a mente distorcida, sua saliva escorrendo pelo comprimento dele. A imagem explodiu em sua mente com uma clareza brutal, enquanto isso pensou em Pedro, em outro quarto, seus dedos fortes e familiares fazendo exatamente a mesma coisa com aquela uma desconhecida, escavando aquele mesmo lugar íntimo enquanto ela choramingava de prazer.

A combinação foi avassaladora. O corpo de Nice tremeu violentamente, suas pernas tremendo. A dupla penetração, uma real e outra vívida em sua imaginação, alimentou um fogo dentro dela que parecia consumi-la por dentro. Sua buceta pulsava descontroladamente, cada contração fazendo a calcininha encharcada colar ainda mais em seus lábios inchados. Ela se permitiu afundar mais, levando o pau até a garganta, engasgando com vontade, enquanto o dedo no seu cu acelerava o ritmo, torcendo e pressionando pontos que faziam estrelas explodirem atrás de suas pálpebras fechadas.

O estranho soltou um grunhido de aprovação, sua mão livre agarrando os cabelos dela firmes . “Isso, . entao gosta de ter o cu arrombado", e Nice apenas balançava a cabeça em consentimento ansioso, perdida no turbilhão daquela entrega dupla, física e fantástica.


Capítulo 6

O estranho arrancou o dedo de dentro do cu de Nice e, com um movimento rápido, agarrou-a pelo cabelo. Um suspiro rouco escapou dos lábios dela enquanto ele a reposicionava, obrigando-a a ficar de quatro na beirada do sofá de couro. A posição a expunha completamente, seus seios pesados balançando livres, a buceta inchada e brilhante de sua própria excitação pulsando em expectativa.

“Agora você leva isso tudo, sua gostosa,” ele rosnou, a voz carregada de posse.

Nice sentiu a cabeça enorme e úmida de seu pau pressionar contra sua entrada. Ele não a penetrou de uma vez; em vez disso, forçou a entrada com uma lentidão excruciante, milímetro por milímetro, esticando seus lábios internos de uma forma que a fez gritar. Era uma mistura de dor aguda e prazer avassalador, e ela se entregou, empurrando os quadris para trás para encontrar mais dele.

Foi nesse momento que a porta entreaberta do quarto rangeu. Um homem, outro cliente do clube com olhar de caçada, parou no limiar. Seus olhos escuros se fixaram na cena: na larga base do pau do estranho desaparecendo na buceta rosada e dilatada de Nice, no balanço rítmico e violento de seus seios a cada investida.

Ela o viu. Viu o desejo cruzar seu rosto. Gemendo alto, perdida na fricção brutal que a preenchia, Nice manteve o contato visual com o recém-chegado. Era mais um espectador, mais uma testemunha de sua entrega, e a ideia a eletrizou.

Incapaz de resistir, o homem entrou . Aproximou-se, com passos silenciosos no carpete escuro. Ajoelhou-se ao lado dela, diante do rosto dela contorcido pelo prazer. Uma de suas mãos grandes agarrou um seio, apertando a carne com força, enquanto os dedões e os indicadores beliscavam e torciam seus mamilos, já duros, até doerem de um jeito bom.

Com a outra mão, ele desabotoou a calça. Seu pau, já duro, surgiu. Ele o esfregou contra a bochecha de Nice, depois contra seus lábios entreabertos.

“Abre essa boquinha,” ele ordenou, sua voz um sussurro áspero. “Enquanto ele te fode aí atrás, você me chupa. Vai, gosta de ser usada por dois, não é?”

O estranho atrás dela acelerou o ritmo, suas coxas batendo contra a carne de sua bunda com um som úmido e repetitivo. Nice abriu a boca, ofegante, e a ponta salgada do segundo pau deslizou sobre sua língua. Ela envolveu os lábios ao redor dele, começando a chupar com a mesma urgência com que seu corpo recebia as estocadas. A dupla penetração, real agora em ambas as extremidades, a levou a um estado de êxtase animal. Seus gemidos eram abafados pelo pau em sua boca, seus olhos se reviravam, e tudo o que ela conseguia pensar era em Pedro, imaginando-o em algum outro lugar do Veludo, testemunhando ou vivendo algo tão intenso quanto isso, conectados pela corrente brutal do desejo mais primitivo.


Capítulo 7

O corpo de Pedro ainda vibrava com a descarga recente, a memória dos lábios da loura em seu pau uma cena turva e distante. A loucura do quarto, com outro homem se juntando à festa, o repeliu, uma saturação momentânea. Arrumou as roupas e saiu, a mente invadida por uma única imagem: Nice. Onde ela estaria? Em que abismo de prazer teria mergulhado?

Atravessou corredores de luz baixa, passando por portas entreabertas que exalavam gemidos e risos abafados. A pulsação do lugar era um zumbido em suas veias. Até que um aglomerado silencioso chamou sua atenção. Na entrada de uma das suítes, vários casais ficavam parados, não participando, apenas… observando. O ar estava carregado de uma expectativa concentrada.

Curiosidade e um pressentimento aguçado o levaram até lá. Encostou-se na moldura, o olhar perfurando a penumbra além dos corpos à sua frente.

E então, ele a viu.

Nice.

De quatro na beirada de um sofa largo, a coluna formando uma curva profunda. A cena era de uma crueza hipnótica. Atrás dela, um homem de costas largas a empurrava com força, seus quadris batendo com um impacto úmido e rítmico contra as nádegas dela. Na frente, ajoelhado, outro homem , seu pau desaparecendo e reaparecendo entre seus lábios inchados.

Ela estava sendo penetrada por dois homens simultaneamente.

Um gemido rouco ficou preso na garganta de Pedro. Seu próprio corpo, que ele julgara saciado, reagiu com uma violência instantânea. O sangue correu para seu pau, que endureceu novamente, dolorosamente, contra a calça.

Ele não conseguia desviar os olhos. Viu o balanço pesado e hipnótico dos seios dela, grandes e redondos, oscilando livremente a cada investida violenta por trás. A pele deles brilhava de suor, os mamilos escuros e duros como pedras. Viu a expressão no rosto dela, de uma entrega tão absoluta que beirava o transe. Seus olhos estavam fechados, a boca ocupada, mas cada tremor, cada contração muscular gritava prazer puro.

A posse selvagem que brotou em seu peito não era de raiva, mas de uma excitação . Ela era *dele*. E aqueles homens, naquele momento, eram apenas instrumentos do desejo que *eles* haviam semeado juntos. Cada empurrão que a fazia gemer abafado, cada puxão em seus cabelos, era um tributo à mulher maravilhosa que ele possuía. a expressao dela fez com que ele olhasse atentamente para o homem que a penetrava por traz e foi quando ele baixou o ritmo por um bocado que notou o tamanho do pau que ela estava recebendo era bem avantajado ,muito mais do que o que ela estava chupando .

Sua mão desceu instintivamente, pressionando a palma contra o volume duro em sua calça. Ali, na sombra, espiando sua esposa no ápice da devassidão combinada, Pedro sentiu uma conexão mais profunda e perversa do que qualquer ato físico direto. Ele estava vendo o sonho deles se materializar, e era mais intoxicante do que qualquer fantasia.


Capítulo 8

O corpo de Pedro ainda vibrava com a descarga recente. Arrumou as roupas e saiu, a mente invadida por uma única imagem: Nice. Atravessou corredores de luz baixa, até que um aglomerado silencioso chamou sua atenção. Na entrada de uma das suítes, vários casais ficavam parados, apenas… observando.

Curiosidade e um pressentimento aguçado o levaram até lá. Encostou-se na moldura, o olhar perfurando a penumbra além dos corpos à sua frente.

E então, ele a viu. Nice. De quatro na beirada de um sofa largo, a coluna formando uma curva profunda. Atrás dela, um homem de costas largas a empurrava com força. Na frente, ajoelhado, outro homem, seu pau desaparecendo e reaparecendo entre seus lábios inchados. Ela estava sendo penetrada por dois homens simultaneamente.

Um gemido rouco ficou preso na garganta de Pedro. Seu próprio corpo reagiu com violência instantânea. Ele não conseguia desviar os olhos. Viu o balanço pesado e hipnótico dos seios dela, grandes e redondos, oscilando livremente. A pele deles brilhava de suor. A posse selvagem que brotou em seu peito não era de raiva, mas de uma excitação profunda. Ela era *dele*.

Foi então que ouviu os comentários ao seu lado, sussurrados na penumbra.

“Olha só aquilo… ela é sexy demais,” murmurou um homem, seu braço envolto na cintura de uma mulher. “Olha como aquele pau a come.”

A mulher ao seu lado esfregou o quadril contra ele, sua voz um fio de desejo. “Eu também queria aquilo…”

Poucos passos adiante, outro espectador, solitário, ajustou a calça e anunciou para ninguém em particular, mas alto o suficiente para ser ouvido: “Vou-me juntar a eles, ver se ela chupa meu pau também.”

A declaração foi um choque elétrico na espinha de Pedro. A ideia de outro estranho se aproximando, tocando Nice, usando-a, diluiu o êxtase voyeur em algo mais primitivo: *proteção*. Não uma proteção que a tirasse dali, mas uma que reivindicasse seu papel naquele teatro. Antes que o homem solitário pudesse dar um passo, Pedro se moveu.

Com uma determinação silenciosa, ele atravessou o pequeno círculo de espectadores e se colocou ao lado do homem ajoelhado em frente a Nice. Seus olhos, ardentes e fixos na esposa, encontraram os do estranho. Pedro não disse uma palavra; apenas inclinou a cabeça em direção à saída, um gesto claro, uma exigência muda. O homem, surpreso por um instante, pareceu entender a dinâmica que se estabelecia. Com um sorriso breve e um encolher de ombros, ele se afastou, cedendo o lugar.

Nice, imersa no transe duplo, com os olhos fechados e a boca ocupada, nem percebeu a troca. Seus sentidos estavam inundados pelo peso do homem por trás, pelos empurrões rítmicos que a faziam gemer abafado contra a carne na sua boca.

Pedro se ajoelhou. Seu coração batia como um tambor de guerra. Com uma mão, ele segurou a base de seu pau, já latejante e escorrendo de antecipação. Com a outra, tocou levemente o queixo de Nice, um gesto delicado em meio à violência do ato. Ela não abriu os olhos, mas sua boca se abriu, obediente, à espera do próximo invasor.

Ele não foi gentil. Alimentado pela cena, pela posse, pelos olhares cobiçosos ao redor, Pedro forçou seu pau para dentro da boca quente e úmida dela. Um gemido profundo, quase um rugido, escapou-lhe quando a cabeça deslizou contra sua língua. Nice reconheceu-o imediatamente. O pau de Pedro era maior que ao do estranho que tinha acabado de sair ela notou a diferenca Seu corpo inteiro estremeceu, não com surpresa, mas com uma onda avassaladora de intimidade e devassidão combinadas. Seus olhos se abriram por uma fração de segundo, encontrando os dele, e neles Pedro leu tudo: a submissão, o prazer, o amor pervertido que os unia naquele instante.

Ela começou a chupá-lo, com uma urgência renovada, seus lábios se fechando firmemente ao seu redor enquanto, atrás, o estranho continuava a fodi-la com força, suas nádegas batendo com um som úmido e contundente. Pedro estava agora dentro do ritual, parte do espetáculo, testemunha e participante do abismo que haviam escolhido explorar juntos. Cada sucção dela era uma afirmação; cada empurrão que ela recebia por trás era um lembrete do controle que ele, em última instância, detinha sobre aquele êxtase compartilhado.


Capítulo 9

O gemido de Nice, abafado pelo pau de Pedro na sua boca, subiu de tom e tornou-se um grito distorcido quando um novo par de mãos se juntou à sinfonia do seu corpo. Um dos espectadores, um homem de mãos largas e olhar faminto, não resistira ao impulso. Ele se ajoelhou ao lado dela, seus dedos agarrando os seios pesados que balançavam livremente, apertando e massageando a carne macia com uma devoção áspera. Os mamilos, já duros e sensíveis, responderam imediatamente, e Nice gemeu mais alto, a vibração indo direto pelo membro de Pedro.

"É isso, gostosa," sussurrou o homem das mãos, seus polegares circulando as auréolas. "Geme para nós."

O homem que estava por trás de Nice, seu ritmo nunca falhando, olhou por cima do ombro dela e encontrou o olhar de Pedro. Seus olhos brilhavam com uma ideia perversa. "Está na hora de lhe dar mais," ele anunciou, a voz rouca pelo esforço. Com um gesto de cabeça claro e um sorriso torto, ele fez sinal para Pedro: um movimento rápido dos olhos em direção à entrada apertada e rosada entre as nádegas de Nice, já brilhando de suor e do próprio desejo dela.

A mensagem era clara. Dupla penetração.

Pedro sentiu uma onda de possessividade tão feroz quanto a excitação. Aquele era *seu* domínio, *seu* privilégio final. Ele retirou seu pau da boca úmida de Nice, um fio de saliva conectando-os por um instante. Com as mãos firmes nos quadris dela, ele se reposicionou, a ponta do seu membro pressionando contra o anel muscular tenso.

Nice entendeu. Seu corpo estremeceu, não em recuo, mas em antecipação vibrante. "" ela choramingou, a palavra quase engolida pelo ar.

"Segura ela," Pedro ordenou ao homem à sua frente, aquele que massageava seus seios. O homem obedeceu, prendendo os quadris de Nice com mais força, imobilizando-a enquanto o parceiro vaginal mantinha seu empurrão constante.

Pedro cuspiu na palma da mão, lubrificando a si mesmo rapidamente antes de aplicar uma pressão constante e implacável. Nice gritou quando a resistência cedeu, seu corpo aceitando-o em uma invasão profunda e ardente. Ela estava agora completamente preenchida, duplamente possuída, esticada até o limite. O homem à frente apertou seus seios com mais força, os dedos afundando na carne, arrancando outro gemido alto e rouco dela.

O ritmo que se estabeleceu foi brutal e hipnótico. Pedro e o outro homem se moviam em uma cadência crua, um empurrando enquanto o outro recuava, mantendo Nice no centro de um turbilhão de sensações. Cada movimento era amplificado pelo toque áspero nas suas mamas, cada gemido era mais alto e mais desesperado que o anterior. O ar na sala ficou carregado com o som de carne batendo contra carne, de respirações ofegantes e dos suspiros abafados dos espectadores que ainda observavam, hipnotizados.

Nice estava perdida em um mar de puro estímulo. Sua mente, já inundada pela imagem de Pedro com outra mulher, agora se dissolveu completamente, deixando apenas o corpo e a sensação avassaladora de ser usada, amada e completamente aberta para o marido, no meio daquela devassidão consentida, enquanto a audiência se mantinha atenta ,com alguns se masturbando perante aquele cenario .


Capítulo 10

O comando de Pedro foi obedecido num instante. Mãos forças se agarraram aos quadris de Nice, virando-a com uma brusquidão que a fez gemer de susto e excitação. Suas costas se arquearam, oferecendo a curva generosa de seu corpo à sala. O homem que a penetrava pela frente se ajustou rapidamente, suas mãos voltando a agarrar sua cintura, sua entrada mantendo um ritmo profundo e familiar na sua vagina já escorrendo.

Pedro posicionou-se atrás, seus olhos fixos no ânus rosado e convulsivo de Nice. Ele cuspiu na palma mais uma vez, esfregando a umidade na ponta do seu pau inchado antes de alinhá-lo com força. Não havia delicadeza, apenas a pressão constante da possessão. Com um empurrão firme de seus quadris, ele se enterrou nela de uma vez, fazendo o corpo dela se contrair violentamente ao ser preenchido de uma forma tão intensa e completa.

Nice gritou, um som rouco e abafado que se perdeu no ar pesado. Ela estava imprensada, duplamente possuída, cada centímetro de seu interior ocupado e esticado até um limite deliciosamente doloroso. Foi então que o terceiro homem, aquele de mãos largas que antes massageava seus seios, se ajoelhou diante de seu rosto contorcido. Sem cerimônia, ele pegou seu pau rígido e o guiou até os lábios entreabertos de Nice.

“Abre essa boquinha, puta,” ele sussurrou, sua voz um roçar áspero cheio de intenção obscena. “Vamos ver você engolir enquanto leva pau nos dois buracos. É isso que você quer, não é? Ser a cadela de todos aqui.”

Nice obedeceu, abrindo a boca para receber a cabeça salgada e grossa. Ele empurrou para dentro, preenchendo sua garganta, cortando seu ar. O homem por trás dela aumentou o ritmo, suas coxas batendo forte contra a carne da sua bunda, cada impacto ecoando através do corpo dela e diretamente no pau de Pedro, que estava cravado fundo em seu ânus.

“Isso mesmo, toma,” o homem na sua boca rosnava, seus quadris bombando para frente. “Você é só um buraco agora. Um buraco quente pra gente usar. Seu marido gosta de ver? Gosta de ver você cheia de porra alheia?”

As palavras sujas se misturavam às sensações, criando um turbilhão de degradação e êxtase. Nice estava além do pensamento. Seu mundo se reduzia ao movimento triplo e sincronizado que a fodia sem piedade: a vara na sua boca, a outra na sua vagina, e Pedro, seu Pedro, possuindo o lugar mais íntimo e proibido com uma ferocidade que dizia “você é minha, mesmo assim”. A saliva escorria de seus lábios, seus olhos se reviravam, e um gemido contínuo e gutural saía de sua garguta cada vez que o homem na sua frente recuava o suficiente para ela respirar.

A pressão dentro dela se tornou insustentável, uma bola de fogo crescendo na base de sua espinha. Ela sentiu as contrações começarem em seu útero, um tremor violento que se espalhou para os músculos ao redor do ânus, apertando Pedro com uma força espasmódica. O clímax a atingiu não como uma onda, mas como um terremoto. Seu corpo arqueou num espasmo violento, um grito abafado pelo pau na sua boca enquanto sua vagina pulsava ao redor do homem à sua frente e um jato quente de seus próprios fluidos jorrava, escorrendo pelas coxas e misturando-se ao suor no sofá.

O espetáculo de seu abandono total foi o estopim. O homem em sua boca gemeu alto, seus dedos se enterrando no cabelo dela, e ela sentiu o sabor salgado e acre de sua porra jorrando em sua garganta. Ele se retirou, deixando-a engasgar e tossir, o líquido branco escorrendo de seu queixo. Imediatamente depois, o homem que a penetrava pela vagina rugiu, enterrando-se nela até o fim e despejando sua carga quente em suas profundezas.

Através da névoa de seu próprio orgasmo, Nice sentiu Pedro, que havia mantido um ritmo lento e profundo, acelerar. Suas mãos nas suas ancas eram garras de posse. “Essa bunda é minha,” ele rosnou, cada palavra um soco no ar. “Só minha.” E com um último e profundo empurrão, ele explodiu dentro dela, a semente quente preenchendo seu ânus em jatos pulsantes que ela sentiu como fogos internos.

Por um longo momento, o único som foi o ofegar ofegante de quatro corpos. Nice desabou contra o sofá, seu corpo um peso mole e exausto, ainda conectado a Pedro e ao outro homem, que lentamente se retiraram dela. Ela sentiu os fluidos quentes de todos escorrendo por suas coxas, uma marca visceral da noite. Sua mão trêmula procurou a de Pedro no vazio ao seu lado, e quando seus dedos se enlaçaram, foi o único ponto de realidade em um mundo desfeito em puro e cru prazer.