Chuva e Desejos na Estrada
# Encontro Inesperado O carro parou num gemido de metal cansado, sob a chuva pesada que transformava a estrada deserta num rio escuro. Ana suspirou, os dedos tamborilando no volante. Seus seios redondos ergueram-se sob o vestido molhado, o
Capítulo 1
O carro parou num gemido de metal cansado, sob a chuva pesada que transformava a estrada deserta num rio escuro. Ana suspirou, os dedos tamborilando no volante. Seus seios redondos ergueram-se sob o vestido molhado, o tecido colando-se às curvas generosas. "Ótimo", murmurou, os olhos castanhos buscando a volta algum sinal de vida. Apenas árvores que subiam ao lado do asfalto. A viagem ao resort romântico estava arruinada. "O carro tinha que avariar logo hoje, e aqui , com esta chuva, e no meio de nada, logo este fim de semana, isto é algum sinal ?", disse Nice, frustrada . Eles tinham finalmente planeado um fim de semana em que iam por uma fantasia de longa data em pratica .Fazia tempo que eles sussurravam sobre isso: trazer uma terceira presença para seu universo íntimo, um estranho que seria apenas um corpo e um desejo, sem nome ou história. E agora estava arruinado !
Capítulo 2
Enquanto Pedro tentava encontrar algum mecânico que pudesse vir os ajudar, a chuva aumentava, batendo no teto do carro como um tambor incessante. Nice olhou para o perfil concentrado dele, iluminado pela tela azulada do celular. A tensão nos seus ombros largos era palpável. Foi então que um farol cortou a cortina de água, aproximando-se devagar. Um caminhão velho parou atrás deles.
A porta do motorista se abriu. Um homem desceu, envolto em uma capa de chuva. Era alto, a silhueta imponente contra a escuridão. Ele se aproximou da janela de Pedro, que baixou o vidro. A voz que surgiu era grave, rouca pelo cigarro.
“Problema?”
Enquanto Pedro explicava, Nice observava. O estranho não tirava os olhos dela. Eram olhos claros, quase cinza, que percorreram seu corpo molhado com uma lentidão deliberada, parando nos seios onde o tecido do vestido colava. Uma faísca percorreu a espinha de Nice. Aquela sensação… era exatamente sobre isso que eles sussurravam há semanas. Sobre trazer uma terceira presença para seu universo íntimo, um estranho que seria apenas um corpo e um desejo, sem nome ou história.
Pedro virou-se para ela. “Ele diz que tem uma oficina rudimentar alguns quilômetros adiante. Pode nos rebocar até lá.”
O homem, sem se apresentar, apenas acenou com a cabeça. “Vocês vão no meu caminhão. É mais seguro.”
O espaço na cabine era apertado. Nice sentou-se no meio, seu corpo espremido entre a solidez muscular de Pedro e a presença densa e úmida do estranho. O calor emanava dele. Com cada solavanco do veículo, seu braço roçava no dela. A mão larga dele repousava na alavanca de câmbio, tão perto da sua coxa que ela podia sentir a energia pulsando.
Ninguém falava. O silêncio era carregado, elétrico. Nice sentiu a perna do estranho se mover contra a dela quando ele manobrou uma curva, um atrito firme e inegável. Ela prendeu a respiração. Seus olhos encontraram os de Pedro no retrovisor. Nele, ela não viu ciúme ou alarme. Viu o reflexo de sua própria excitação, escura e consentida. Um sorriso quase imperceptível tocou os lábios dele.
O caminhão parou em frente a um galpão isolado. O estranho desceu primeiro. “Vou baixar o carro , podem ir para a oficina ”, disse, a voz ecoando na chuva antes de desaparecer dentro da escuridão do galpão.
Capítulo 3
" Lá se foi o nosso fim de semana ,excitante ainda não é desta vez que vamos concretizar nossa fantasia de ter um estranho se juntando a nós ", disse Pedro, quase sussurrando . "Talvez seja esta a forma que o destino encontrou, afinal, o mecânico não é assim tão mau ", disse Nice sorrindo .
Os olhos de Pedro brilharam na penumbra da oficina. A sugestão de Nice era um fósforo jogado em gasolina. Ele a puxou para perto, sua mão forte cingindo a cintura dela por cima do vestido molhado.
“Você está falando sério?” ele sussurrou, o hálito quente contra sua orelha. “Aqui? Agora?”
Nice respondeu com um beijo, profundo e úmido, suas mãos subindo pelos braços musculosos dele. A porta do galpão rangiu. Eles se separaram, mas o olhar que trocaram era um contrato selado. O estranho entrou, limpando as mãos em um trapo, sua presença preenchendo o espaço abafado e cheiroso a óleo. A chuva martelava no telhado de zinco.
“Vai levar um tempo”, o homem disse, sua voz ecoando no galpão vazio. Ele tirou a capa de chuva, revelando uma camiseta branca colada ao torso amplo e braços marcados. Seus olhos cinza pousaram neles, lendo o ar carregado. “Podem esperar ali no escritório. É mais quente.”
O “escritório” era um cubículo nos fundos, com um sofá já um pouco desgastado e uma luz não muito forte. Pedro entrou primeiro, puxando Nice para sentar ao seu lado. O estranho ficou na porta, encostado na moldura, observando. O silêncio que se instalou não era de constrangimento, era de expectativa. "Será que ele ouviu nossa conversa?" disse ele enquanto passava sua mão no cabelo de Nice .
Foi Pedro quem quebrou o jogo. Sua mão desceu pela coxa de Nice, levantando a barra do vestido molhado. “Tá com frio, amor?” A pergunta era para ela, mas a provocação era para o homem la fora na oficina que olhava para o motor do carro .
Nice soltou um suspiro quando os dedos de Pedro encontravam sua pele . Ela mordeu o lábio, seu olhar desafiador . Sua própria mão foi até a nuca de Pedro, puxando-o para outro beijo, mais lascivo, deixando claro que aquilo era um espetáculo sendo oferecido.
O estranho não se mexeu. Apenas olhava para o motor como que pensando como ia arranjar o defeito .
Pedro separou os lábios de Nice, ofegante. Ele murmurou, seus dedos pressionando o tecido fino contra o calor dela. “Você quer mesmo isso, Nice? Aqui, com ele nos vendo?”
A resposta dela veio no movimento dos quadris, ao arquear-se contra a mão dele. “Quero”, ela gemeu, alto o suficiente para atravessar o quarto. “Vamos fazer de conta que ele não esta aqui; ,ele esta ocupado arranjando nosso carro .”
Então, com uma lentidão deliberada, sua mão desceu pela frente do jeans de Pedro , sentindo o volume evidente que se formava lá. O gesto foi brutalmente direto, uma afirmação silenciosa de desejo.
Capítulo 4
Os lábios de Pedro a cobriram, um beijo profundo e molhado que abafou seu gemido. Sua mão, que ainda repousava sobre a ereção dura no jeans dele, começou a massagear o volume através do tecido, com movimentos lentos e circulares. Nice arqueou-se contra ele, sua própria mão subindo pela camiseta úmida, sentindo os músculos abdominais contraírem sob seu toque.
O mundo fora daquele cubículo — o som da chuva, o eventual rangido de uma ferramenta na bancada — desapareceu. Tudo se reduziu ao calor da pele, à respiração ofegante e ao atrito úmido da roupa. Pedro deslizou a mão por baixo do vestido, seus dedos encontrando a borda da calcinha de renda. Com um gesto firme, ele a puxou para o lado, não a tirando, apenas criando um acesso. O ar frio do galpão tocou sua pele exposta, seguido imediatamente pelo calor dos dedos dele.
“Me mostra como você quer”, Pedro sussurrou contra sua boca, sua voz um rugido baixo. Sua mão parou, esperando.
Nice soltou o fecho do jeans dele com dedos ágeis. Ela desceu o zíper e, por cima da cueca, envolveu o pau dele com a mão. Era duro e quente, pulsando contra sua palma. Ela começou a esfregar, um ritmo lento e cadenciado, enquanto os dedos dele finalmente a tocavam, deslizando pela sua dobra úmida. Um tremor percorreu todo o seu corpo.
Eles se moviam num ritmo sincopado, quase brutal em sua simplicidade. A mão de Nice subia e descia sobre o tecido da cueca, enquanto os dedos de Pedro deslizavam para dentro dela, primeiro um, depois dois, encontrando-a quente e pronta. Ela enterrou o rosto no pescoço dele, seus gemidos abafados contra a pele salgada.
“É isso”, Pedro arfou, seus quadris impulsionando-se contra a mão dela. “Tão molhada… só para mim , sabia que sempre fica excitada com a ideia quando falamos , mas agora, amor, tá demais , nossa"
Nice não respondia com palavras. Sua resposta era o apertar dos dedos em volta dele, era o arquear das costas, oferecendo-se mais profundamente à penetração dos dedos dele. Eles tinham se esquecido completamente do homem lá fora. Não havia mais espectador, só esta urgência cega e compartilhada, esta dança suja e perfeita no sofá desconfortável, com o som da chuva como trilha. O ar ficou pesado com o cheiro deles, com o suor e o desejo. Cada toque era uma afirmação, cada respiração ofegante um voto de que aquela fantasia, de alguma forma, já estava sendo vivida na mais absoluta intimidade de dois.
Capítulo 5
“Agora me chupa”, Pedro ordenou, sua voz rouca e urgente contra a boca dela. A mão que estava no cabelo de Nice apertou, guiando-a para baixo. “Vamos ver se você é quietinha o suficiente para ele não ouvir.”
O desejo, já uma fera solta dentro dela, rugiu em aprovação. Nice deslizou do colo de Pedro e ajoelhou-se no chão áspero do cubículo, entre as pernas abertas dele. Seus olhos estavam no nível daquele volume que pulsava contra a cueca escura. Com dedos que tremiam de excitação, ela puxou a cueca para baixo, libertando o pau dele. Era imponente, duro a cabeça já brilhante de umidade. A visão tirou-lhe o fôlego.
Ela envolveu a base com uma mão, sentindo o pulso acelerado contra sua palma. Com a outra, segurou as bolas pesadas. Então, sem hesitar, levou a ponta à boca, lambendo o líquido salgado que acumulava. Um gemido profundo escapou de Pedro, seus dedos entrelaçando-se mais forte em seu cabelo castanho.
“Isso, amor… assim”, ele incentivou, os olhos fechados por um instante de puro prazer.
Nice afundou, levando mais dele para dentro, a boca criando um vácuo quente e úmido. O sabor dele, misturado ao próprio desejo dela, era intoxicante. Ela se moveu num ritmo lento e profundo, uma mão bombeando a parte que não alcançava, a outra apertando as bolas com suavidade. O som úmido e obsceno preenchia o pequeno espaço, muito mais alto que o bater da chuva. Eles estavam completamente perdidos um no outro, no ato primitivo e entregue. Nice nao esquecera o galpão, o carro avariado, o homem lá fora, mas Só existia Pedro, o peso dele em sua língua, os gemidos guturais que ele soltava e a mão dele puxando seu cabelo com uma posse que a fazia derreter, e sabendo que o homem estava la fora fazia com que se excita-se ainda mais
Foi nesse momento de abandono total que Pedro abriu os olhos, ofegante. Seu olhar, turvo de prazer, vagou além do ombro de Nice, para a porta entreaberta do escritório.
Lá, encostado , estava o mecânico. Não estava mais fingindo trabalhar. Ele observava, imóvel, com a intensidade de um predador. Um sorriso largo e malicioso estampava seu rosto , os olhos claros brilhando com uma fome nua e crua. Seu olhar não estava no rosto de Nice, nem no de Pedro. Estava fixo no vaivém da cabeça dela, no movimento lascivo de seus lábios ao redor do pau. E abaixo da cintura, a evidência de seu prazer era inegável: uma saliência grossa e definida distendia o tecido de suas calças, deixando claro que ele não era apenas um espectador passivo. Era um cúmplice, um participante silencioso e ardentemente interessado.
A visão, em vez de congelar Pedro, o eletrizou. Seu pau pulsou ainda mais forte na boca de Nice.
“Continua”, ele disse, os olhos travados nos do estranho num desafio carregado de cumplicidade. Nice com suas costas voltadas para a porta ainda nao o rinha visto.
Capítulo 6
A porta do cubículo se abriu silenciosamente , e o mecânico entrou. O espaço diminuto ficou ainda mais apertado, preenchido por sua presença física, pelo cheiro de mecanica , e chuva que ele trazia. Ele não disse uma palavra. Silencioso, posicionou-se atrás de Nice, que continuava ajoelhada, com a boca cheia de Pedro.
Seus olhos claros encontraram os de Pedro por cima da cabeça dela. Foi um olhar de fogo cru, de reconhecimento. Pedro devolveu o olhar com uma fome igual, seu pau pulsando ainda mais forte na boca úmida de Nice. Era um acordo silencioso, selado no ar carregado do cubículo.
As mãos largas do mecânico pousaram primeiro na cintura de Nice, sobre o vestido molhado. Ela estremeceu, um gemido abafado ecoando contra a pele de Pedro. Então, os dedos dele começaram a se mover, subindo pelas costas dela com uma pressão firme, explorando a curva da coluna até encontrarem os ombros tensos. Ele apertou a musculatura ali, fazendo Nice soltar um suspiro profundo, sua boca se afundando ainda mais em Pedro por um segundo.
“Oi” falou, sua voz rouca e dominante. Massageando suas costas.
Nice nervosa um som de concordância, seus olhos fechados de prazer. As mãos do mecânico desceram então, contornando a cintura generosa para se apossarem das curvas de seus quadris. Ele apertou a carne macia através do tecido, seus polegares fazendo círculos lentos e profundos bem na junção das coxas. Nice arqueou as costas involuntariamente, oferecendo mais de si ao toque dele.
“ Olha essa bunda”, sussurrou, sua mão parando em suas nadegas . “Toda redonda, pedindo atenção." Ele tá vendo, Nice. Tá vendo como você fica toda molinha quando alguém mexe em você.”
O mecânico, como se respondesse à provocação, deslizou as mãos por baixo da barra do vestido de Nice. Seus dedos ásperos encontraram a pele macia das coxas por dentro, subindo com uma lentidão agonizante até as curvas das nádegas. Ele apertou a carne nua, um som gutural de pura aprovação escapando de sua garganta.
“Gostou, não é?”, Pedro provocou o estranho, seus olhos brilhando. “Sente como ela é macia? É assim que ela fica quando tá excitada. Toda quente, toda…”
O mecânico sorriu, aquele sorriso largo e malicioso. Seus olhos saltaram para Pedro, buscando permissão.
Pedro acenou ligeiramente com sua cabeça, permitindo .
Com um movimento fluido, o mecânico puxou o vestido de Nice para cima, revelando sua bunda nua e sua calcinha rendada preta, já encharcada e translúcida. Ele passou um dedo pela fenda úmida sobre o tecido, fazendo Nice gemer alto
O mecânico desceu as mãos pelas costas de Nice, descendo pelos lados até agarrar os seus seios grandes , pedindo para serem massajados.
O mecânico massajava os seios de nice quando com a outra mao levou a suas calcas um ruído de fecho éclair se fez ouvir , ele libertou seu próprio pau — grosso, imponente, tão duro quanto o de Pedro o segurou na mão, , Nice ainda chupando Pedro nao o via mas sentiu que ele o tinha libertado e estava curiosa ,como advinhando que pensamentos de Nice o estranho se pos ao lado de Pedro.
Pedro puxou o cabelo de Nice gentilmente, desviando o rosto de Nice de seu pau.
Nice focou o pau do estranho estava grosso parecia duro olhando para Pedro abriu a boca lentamente se aproximando do pau dele mas sem tirar o olhos de Pedro ,ela queria ver sua reacao chupar outro pau ,que nao o do seu marido ,Pedro a observava ate que ela foi enfiando e sugando aquele pau lentamente em sua boca , os dois homens na sua frente seus paus duros e pulsando so para ela
Capítulo 7
Os dois paus pulsavam em sua boca alternadamente, um ritual silencioso ditado pela mão firme do mecânico. Ele guiava o rosto de Nice, ora para a esquerda, ora para a direita, sincronizando seus movimentos com os de Pedro. Era uma coreografia de pura luxúria, um fluxo contínuo de pele salgada e umidade que Nice recebia com gemidos roucos de aprovação.
Pedro arqueou as costas, um suspiro profundo escapando. “Meu Deus, amor… você tá uma deusa assim."
O mecânico não falava, mas suas ações eram eloquentes. De repente, ele puxou Nice para trás pelo quadril, afastando sua boca dos paus. Antes que ela pudesse protestar, suas mãos fortes viraram-na de bruços sobre a mesa de trabalho. O metal frio contra sua barriga quente fez-na estremecer.
“Agora, amor”, ele sussurrou. “Vamos ver como você consegue chupar enquanto ele entra em você.”
“Fode ela”, Pedro ordenou, sua ordem um rugido baixo no cubículo. “Fode a minha mulher enquanto ela me chupa.”
O mecânico apenas assentiu, seus dedos agarrando as laterais dos quadris de Nice. Ele posicionou-se, a ponta de seu pau encostando na entrada já escorregadia dela. Com um único e firme empurrão, ele a preencheu completamente. Nice gritou, um som rouco e profundo que se perdeu no eco do galpão. tinha o pau de um estranho dentro de si e a sencacao de prazer era maior do que tinha fantasiado.
Pedro se posicionou à frente dela, de pé, seu pau novamente à altura de sua boca. “Agora, meu bem”, ele ordenou, voz suave mas implacável. “Não para.”
O mecânico começou a se mover, um ritmo lento e profundo que fazia a mesa tremer. Cada investida sua empurrava Nice para frente, direto para o pau de Pedro. Ela abria a boca, recebendo-o, sugando com uma necessidade animal enquanto era preenchida por trás. A posição era um 69 forçado, modificado, uma sinfonia de gemidos e respirações ofegantes que se intensificava a cada momento.
“Isso… assim mesmo”, Pedro gemeu, seus dedos se enrolando no cabelo de Nice. Ele observava, fascinado, o rosto dela contraindo de prazer a cada estocada do mecânico, seus lábios ocupados com ele. ”
O ritmo aumentou. O mecânico agarrou-a com mais força, sua respiração ofegante quente no pescoço dela. O som úmido da penetração misturava-se aos sons abafados da boca de Nice. Ela estava no centro de um turbilhão de sensações, usada e adorada por dois homens, perdida em um êxtase que era tudo o que haviam fantasiado. A sinfonia crescia, preenchendo o galpão escuro, um canto primitivo e perfeito sob o tamborilar constante da chuva.
Capítulo 8
O ritmo do mecânico era implacável, cada estocada profunda enviando um choque de puro êxtase pela espinha de Nice. Mas Pedro queria mais. Seus olhos, escuros de posse e desejo, fixaram-se nela.
“Agora, vira”, Pedro ordenou, sua voz um comando rouco que cortou o ar úmido. “De quatro. Quero o meu lugar.”
O mecânico entendeu imediatamente. Com um último empurrão profundo, ele se retirou, deixando Nice vazia e trêmula sobre a mesa. Suas mãos fortes a ajudaram a girar, posicionando-a sobre as mãos e joelhos no chão frio de concreto do galpão. A pose a expunha completamente, sua bunda arredondada erguida no ar, ainda brilhante da umidade dele.
Pedro ajoelhou-se atrás dela, suas mãos percorrendo as curvas familiares com uma possessividade renovada. Ele cuspiu em sua palma, lubrificando seu pau já latejante antes de posicionar a cabeça roliça em um lugar diferente, mais apertado. A ponta pressionou o anel tenso, e Nice prendeu a respiração.
“Relaxa, meu bem”, Pedro sussurrou, inclinando-se sobre suas costadas. “Abre para mim.”
Com um gemido que era tanto entrega como súplica, Nice cedeu. Pedro penetrou-a analmente num movimento lento e irresistível, preenchendo-a de uma forma nova, proibida e intensamente profunda. Um grito rouco e alto explodiu dos lábios dela, ecoando nas paredes metálicas do galpão. A sensação era avassaladora, uma invasão deliciosa que atingia cada nervo.
“Isso, o mecânico impressionado incentivou, ajoelhando-se na frente dela, seu pau imponente novamente à altura de seu rosto. esperando que ela conseguisse chupar seu pau novamente .”
Nice obedeceu, perdendo-se no turbilhão. A dupla penetração, a boca ocupada pelo gosto do mecânico enquanto Pedro a possuía por trás com arranques profundos e regulares, foi demais. Uma pressão extrema, familiar e incontrolável, começou a crescer na sua barriga, irradiando do ponto onde Pedro a preenchia.
“Eu… Pedro, eu vou…”, ela gemeu, os olhos arregalados, perdendo completamente o controle.
O orgasmo a atingiu como um tsunami. seguido de vários squirts, a mistura. Um jorro quente e copioso jorrou dela, espirrando no chão entre suas pernas trêmulas, um esguicho visível e intenso que a fez gritar mais alto ainda, seu corpo convulsando entre os dois homens.
“Caralho, olha isso”, Pedro rosnou, acelerando seus movimentos, eletrizado pelo espetáculo. “esguichando toda, não é? ”
“É isso, gostosa”, o mecânico acrescentou, guiando seu pau para dentro e fora de sua boca com força. “Enche a boquinha enquanto seu homem acaba com esse cuzinho delicioso. ”
Os elogios obscenos, crus e excitantes, misturavam-se aos gemidos e ao som úmido da carne batendo. Nice estava além do pensamento, um instrumento de prazer puro, levada ao limite e mantida lá pelos dois, completamente perdida na realização da sua fantasia mais íntima.
Capítulo 9
A súplica de Pedro explodiu na mente de Nice como um comando impossível e sublime. Perdida, com o corpo ainda pulsando nas convulsões do seu próprio orgasmo e preenchida por Pedro até o limite, ela mal conseguia processar. Mas a ideia, obscena e desafiadora, acendeu um fogo ainda mais profundo nela.
Pedro se reposicionou, arrastando-se para frente no chão frio, sua coxa roçando o rosto dela. O mecânico, compreendendo imediatamente, moveu-se com ele, ajoelhando-se ao lado de Pedro. Os dois paus, imponentes e latejantes, se alinharam diante dos olhos vidrados de Nice. Eram duas colunas de carne escura e úmida, as cabeças roliças e brilhantes pressionando-se uma contra a outra, formando um alvo tentador.
Com um gemido que era pura submissão, Nice abriu a boca, tentando abocanhar as duas cabeças de uma vez. Era um esforço quase cômico, um alongamento doloroso e excitante dos seus lábios. Ela não conseguia, mas a tentativa, a sensação das duas glandes quentes e salgadas esmagando sua língua e o céu da boca, foi eletrizante. Ela lambeu e chupou uma, depois a outra, em um ritmo frenético, perdendo-se no gosto e na textura dupla.
“Isso, ”, Pedro rosnou, observando-a, suas mãos agarrando os cabelos castanhos dela. “Chupa mais.”
Nice com os lábios, criando uma vedação úmida e apertada. Os homens gemeram em uníssono. O mecânico enterrou os dedos nos cabelos dela também, e juntos, eles começaram a mover os quadris em pequenas estocadas coordenadas, deslizando seus paus para dentro e para fora da boca superlotada de Nice.
A visão era inacreditavelmente indecente, e a sensação de estar sendo usada dessa forma, como um brinquedo coletivo, levou Nice a um novo patamar de êxtase. Seu corpo tremia incontrolavelmente, seus seios pesados balançando com cada movimento. Ela sentia o próprio suco escorrendo pelas coxas, misturado aos seus squirts anteriores.
O ritmo deles aumentou, as estocadas ficando mais profundas e menos coordenadas, sinalizando a aproximação inevitável. Pedro estava ofegante enquanto lhe acariciavam os seios e apertavam seus mamilos um mao em sua buceta esfregava seu clitoris .
“Vai gozar, gostosa? Vai tomar a dos dois?”, ele gritou, sua voz rouca de esforço.
O mecânico apenas rosnou, seus músculos tensionando. Nice sentiu as bases dos paus pulsarem violentamente em seus lábios. Num movimento instintivo, eles se afastaram da sua boca quase ao mesmo tempo.
Nice caiu para trás, ofegante, os olhos arregalados, enquanto começou a esguichar novamente. Ela mal teve tempo de respirar antes que os primeiros jatos quentes e espessos dos homens atingissem sua pele. Um jato de sêmen branco e quente explodiu do pau de Pedro, pintando os seus seios escorrendo pelo mamilo endurecido. Um instante depois, o mecânico juntou-se a ele, sua ejaculação copiosa cobrindo o seio direito de Nice, os fios brilhantes cruzando-se no vale entre os seios dela.
Nice gemeu, arqueando as costas, oferecendo-se completamente. A sensação do líquido quente escorrendo sobre sua pele sensível, marcando-a com a prova do prazer deles, foi a realização final e perfeita da fantasia. Ela estava coberta, possuída e exatamente onde queria estar.
Capítulo 10
Um silêncio espesso, só quebrado pela respiração ofegante dos três e pelo bater contínuo da chuva no telhado de zinco, pairava sobre o galpão. O sêmen ainda estava quente sobre a pele de Nice, escorrendo lento entre os seios.
Ela forçou os olhos a abrirem, o olhar turvo focando primeiro no teto, depois nos dois homens que, exaustos, se apoiavam na parede ao lado dela. Uma fagulha de desafio, alimentada pela completude brutal que acabara de viver, acendeu-se nela. Com um esforço, apoiou-se nos cotovelos, seu corpo magnífico coberto pelas marcas brancas deles.
Pedro e o mecânico olharam para ela, surpresos.
Com um sorriso lento e decidido, ela limpou os lábios com o dorso da mão e falou, a voz rouca, mas cheia de uma autoridade recém-descoberta: “Vocês fizeram o que quiseram comigo. Agora… é a minha vez de fazerem o que eu digo.”
Os dois homens trocaram um olhar. Não de contestação, mas de curiosidade intensa. A dinâmica havia mudado.
“Me levantem”, ordenou Nice, estendendo os braços.
Pedro foi o primeiro a se mover, pegando-a pelas mãos e puxando-a com cuidado. O mecânico a segurou pela cintura, suas mãos grandes se firmando em sua pele nua. Eles a colocaram de pé. Nice cambaleou por um segundo, as pernas moles, mas o orgulho a mantinha ereta.
“Você”, ela disse, apontando para o mecânico. “Vai ali no banco de trabalho. Deita de costas.”
Ele obedeceu sem hesitar, deitando-se sobre a superfície de metal frio. Sua figura imponente estava ali, oferecida.
“E você, meu amor”, disse ela, voltando-se para Pedro, seus olhos brilhando com uma mistura de amor e luxúria. “Vai ficar de pé ao lado dele. De frente para mim.”
Pedro posicionou-se, um sorriso de expectativa nos lábios. Nice caminhou até ele, lentamente, seu andar uma dança sensual. Parou diante do mecânico deitado. Então, ela se virou para Pedro, suas costas voltadas para o estranho.
“Agora… me beija”, ela sussurrou para Pedro. “Me beija como se fosse a última vez.”
Pedro agarrou seu rosto e mergulhou os lábios nos dela, num beijo profundo e devorador. Nice gemeu na boca dele, suas mãos enterrando-se nos cabelos curtos de Pedro. Enquanto beijava seu homem com uma paixão renovada, ela se abaixou ligeiramente, guiando o corpo até sentar-se diretamente sobre o rosto do mecânico que estava deitado.
O homem soltou um grunhido de surpresa, seguido instantaneamente por um gemido abafado quando a buceta ainda latejante e encharcada de Nice cobriu sua boca e nariz. Ele não precisou de mais ordens. Suas mãos subiram para agarrar as coxas generosas dela, e sua língua começou a trabalhar com uma ferocidade que fez Nice arquejar contra a boca de Pedro.
Ela estava no comando. Beijando seu amante com fúria, enquanto era servida, lambida e adorada por outro. O mecânico devorava-a, seus dedos pressionando a carne macia de suas nádegas, puxando-a com mais força contra seu rosto. Nice começou a mover os quadris, esfregando-se no rosto dele, controlando o ritmo, a pressão. O som úmido e obsceno preencheu o espaço entre seus gemidos abafados no beijo.
Ela se separou de Pedro por um instante, ofegante. “Isso me come bem chupa toda …”, ela sussurrou, olhando nos olhos de Pedro. “Quero ver você também. Quero ver você se tocar… enquanto ele me faz sentir assim.”
Pedro sorriu, um sorriso de cumplicidade e desejo puro. Sua mão desceu para o próprio pau, que já estava semi-ereto novamente, e começou a se masturbar com movimentos lentos e deliberados, seus olhos fixos no rosto de Nice, depois na cena dela sentada no rosto do mecânico.
Nice arquejou, jogando a cabeça para trás, seus seios balançando. A língua do estranho estava em toda parte, focando em seu clítoris inchado, provocando ondas de prazer que subiam por suas pernas enquanto ela num pouco de vai vem fazia ele lamber seu cuzinho ao mesmo tempo . Ela estava no centro do universo deles, o ponto de conexão, a condutora daquela sinfonia de prazer. Ela ditava o ritmo, a intensidade, e ambos os homens a seguiam, entregues ao seu comando. A fantasia tinha virado realidade, e agora, ela tinha as rédeas.
Capítulo 11
As palavras de Nice, um rugido rouco de comando e desejo, ecoaram no galpão como uma descarga elétrica. Os dois homens olharam para ela, completamente subjugados pela fúria lasciva que emanava dela.
“Lamba. Lamba tudo. Até eu ficar escorregadia .”
O mecânico, deitado sob ela, não precisou ser convidado duas vezes. Com um gemido gutural de anuência, suas mãos grandes agarram com força as nádegas de Nice, abrindo-as. Seu rosto foi enterrado novamente, mas agora com um propósito específico. Sua língua larga e áspera desceu do umbral de sua buceta, ainda pulsante, e rastejou firmemente pelo sulco quente até encontrar o cuzinho contraído.
Nice arquejou violentamente, um grito agudo sendo abafado contra os lábios de Pedro, que mordia e chupava seus mamilos com uma ferocidade possessiva.
A língua do estranho trabalhava com uma precisão devastadora. Ele lamberia, pressionaria, penetraria levemente o anel tenso, fazendo Nice gemer e contrair os músculos abdominais. Ela guiava o ritmo com os quadris, esfregando-se no rosto dele, perdendo-se na dupla sensação da boca de Pedro em seus seios e da língua invasora em seu ânus.
“Agora… agora, Pedro me fode ,” ela gritou, ofegante, soltando-o e virando-se. Seu rosto estava marcado pela luxúria. “Por trás. Enquanto ele…”
Ela não precisou terminar. Pedro entendeu perfeitamente. Com um olhar selvagem trocado com o mecânico, ele se posicionou atrás de Nice, que agora se inclinava sobre o corpo deitado do estranho. O mecânico, por sua vez, arrastou-se para a borda do banco, seus quadris no vazio. Suas mãos puxaram Nice para baixo, guiando-a para sentar sobre ele.
Nice segurou o pau latejante de Pedro, grosso e escorregadio de seus próprios fluidos, e o posicionou contra sua entrada traseira, já relaxada e úmida pelo trabalho minucioso da língua. Ao mesmo tempo, ela baixou o corpo, engolindo o membro imponente do mecânico em sua buceta num movimento fluido e profundo.
Dois gemidos masculinos se fundiram ao seu. Ela estava completamente preenchida, aberta, usada como quis.
“Me fodam toda!” ela ordenou, sua voz um rugido. “Não sejam gentis. Fodam-me! Até eu não aguentar mais!”
Foi o sinal. Pedro enterrou-se nela por trás num empurrão brutal que a fez gritar, enquanto o mecânico, de baixo, começou a bombear para dentro dela com uma cadência poderosa. Nice estava presa entre eles, um elo de carne e suor, cada homem a reivindicando com uma fúria igual.
O galpão encheu-se do som obsceno de corpos colidindo, de gemidos roucos e da voz de Nice, que alternava entre ordens e súplicas.
“Isso! Mais forte! Jorrem! Quero sentirvocês me enchendo, me marcando por dentro!”
O ritmo tornou-se frenético, descontrolado. Nice sentia a tensão explodir em seu próprio corpo, uma pressão avassaladora se formando no seu ventre. Ela olhou para Pedro, seus olhos se encontrando num instante de pura cumplicidade e fogo.
“Vou gozar…”, ela gemeu, e foi o estopim.
Com um rugido, o mecânico enterrou-se nela até o fim, seu corpo rígindo e fodendo com forca , Nice sentiu aquele pau duro entrando e saindo em sua buceta, e o sentimento foi eletrizante. ate que o mecanico jorrou de novo sua porra desta vez bem em sua buceta ,Era a deixa que Pedro precisava. Com três empurrões finais e profundos, ele explodiu dentro dela, a porra quente preenchendo seu ânus enchendo ate sair das bordas enquanto ele grunhia seu nome.
O próprio clímax de Nice foi uma convulsão. Um grito interminável rasgou sua garganta enquanto seu corpo tremia violentamente, espremido entre as duas descargas, seu próprio prazer jorrando e misturando-se aos deles. Ela desabou sobre o peito do mecânico, completamente dominada e, paradoxalmente, completamente no controle. A fantasia estava realizada, até o último, glorioso e sujo detalhe.