O olhar que despertou na varanda

A man watches as a woman in a lace slip stands intimately close to another man on a bal...

# Uma Noite na Varanda O chalé ficava à beira do penhasco, isolado, com o rugido constante do mar como única trilha sonora. A noite havia engolido o sol, deixando apenas o brilho das velas sobre a mesa da varanda a desafiar a escuridão. Ni

Capítulo 1

O chalé ficava à beira do penhasco, isolado, com o rugido constante do mar como única trilha sonora. A noite havia engolido o sol, deixando apenas o brilho das velas sobre a mesa da varanda a desafiar a escuridão. Nice sentia o algodão fino do vestido colado ao corpo, o vento úmido acariciando seus seios redondos sob o tecido. Ela sorria, o copo de cocktail frio entre as mãos, mas sua atenção estava dividida: Pedro, seu homem, maciço e confiante a seu lado, e Bruno, o amigo de longa data, cujas histórias engraçadas pareciam ter um segundo significado só para ela.

Ela não conseguia evitar. Cada vez que Bruno olhava para ela por cima da borda do copo, com seus olhos escuros refletindo a chama das velas, um calor diferente subia do seu ventre. Era uma tensão perigosa, deliciosa. Pedro tinha notado. Nice viu o momento preciso em que o olhar dele mudou de descontraído para atento, percorrendo o espaço entre ela e Bruno, onde o ar parecia vibrar com uma química não dita. Em vez de franzir a testa, um sorriso lento e cúmplice surgiu nos lábios cheios de Pedro.

“Bruno,” Pedro disse, sua voz grave misturando-se com o barulho das ondas. “Você sempre soube contar histórias. Mas acho que a melhor delas está acontecendo agora, bem na nossa frente.”

Nice sentiu um choque de excitação percorrer sua espinha. Bruno parou de falar, seus músculos definidos ficando tensos sob a camisa clara. A atmosfera mudou; o mistério da noite agora tinha um nome, e ele era convidativo. A mão de Pedro desceu pelo braço de Nice, um toque de posse e permissão. A próxima onda que quebrou lá embaixo pareceu sincronizada com a pulsação intensa que Nice sentiu entre as pernas. A conversa havia terminado. Algo mais primitivo e irresistível estava prestes a começar.


Capítulo 2

A proposta de Bruno ficou pairando no ar úmido, mais densa do que o próprio barulho do mar. Nice sentiu o rosto esquentar, um rubor que subiu do pescoço até as têmporas. Ela olhou para Pedro, buscando orientação, confirmação. O sorriso dele era a âncora dela. Era amplo, aprovador, com os olhos escuros brilhando de antecipação.

“Acho que é uma ideia perfeita”, Pedro disse, sua mão ainda sobre o braço de Nice, um toque firme. “Você sempre foi um bom anfitrião, Bruno.”

Bruno levantou-se, sua silhueta alta projetando uma sombra longa e sinuosa sobre o chão de madeira da varanda. Ele estendeu a mão para Nice. “Vamos?”

Nice hesitou por apenas um segundo, o coração batendo forte contra as costelas. A fantasia de voyeurismo era deles, dela e do Pedro. Ela nunca havia imaginado que o papel do observador pudesse ser dela. A inversão era eletrizante. Ela colocou a mão na de Bruno, sentindo a pele quente e áspera dos dedos dele se entrelaando nos seus. Pedro ficou sentado, recostando-se na cadeira de vime com uma expressão de puro prazer proprietário.

Bruno a conduziu para dentro do chalet, deixando as portas de correr entreabertas. A sala estava iluminada apenas pela luz fraca que vinha da varanda e pela lua cheia que começava a surgir entre as nuvens. Ele a levou até o sofá grande e macio, de frente para as portas abertas que davam para a escuridão externa e, além dela, para a silhueta de Pedro, ainda sentado à mesa.

“Aqui,” Bruno sussurrou, sua voz um roçar de seda no ouvido dela. Ele se ajoelhou na frente dela, suas mãos descansando sobre os joelhos dela, através do tecido fino do vestido. “A melhor vista da casa.”

Nice engoliu em seco. Daquela posição, ela via tudo. A varanda. Pedro. E Pedro podia vê-la. A mão de Bruno subiu pela sua coxa, um movimento lento e deliberado. O algodão do vestido era uma barreira insignificante; Nice sentiu cada impressão digital, cada centímetro de calor. Ela arqueou as costas levemente, um gemido preso na garganta.

Lá fora, Pedro pegou o copo e tomou um gole lento, seus olhos fixos nela, atravessando a penumbra. Ele não fazia um movimento para se juntar a eles. Estava apenas observando. A realização atingiu Nice como uma corrente elétrica: ela era o espetáculo. Para os dois.

A mão de Bruno encontrou a borda do vestido, subindo mais alto na sua coxa até a pele nua da virilha. Nice soltou o ar que estava prendendo em um suspiro trêmulo. Os dedos dele exploraram a linha da sua calcinha, um toque leve que prometia muito mais.

“Ele está vendo cada tremedeira sua,” Bruno murmurou, seus lábios perto do pescoço dela. “Cada suspiro. É isso que você queria, não é? Ser vista?”

Nice não conseguiu falar. Ela apenas balançou a cabeça, os olhos grudados em Pedro. Seu marido assentiu devagar, como se lesse seus pensamentos. Então, com um movimento calculado, Pedro desabotoou o primeiro botão da sua própria camisa, depois o segundo, expondo um pouco do peito musculoso. Era um convite, um espelho. Ele estava se tornando parte do jogo, da performance.

O toque de Bruno se tornou mais ousado, seus dedos pressionando o algodão úmido da calcinha dela, encontrando o nódulo sensível já inchado de desejo. Nice gemeu alto, sua cabeça caindo contra o encosto do sofá. Ela estava completamente exposta, completamente vulnerável, e era a coisa mais excitante que já havia experimentado. O rugido do mar era o som do seu próprio sangue pulsando, e os olhos de Pedro, brilhando na distância, eram as estrelas que a guiavam para mais fundo naquela noite proibida e perfeita.


Capítulo 3

O comando de Pedro cortou o ar, um contrabaixo firme que calou o sussurro do mar. Ele se levantou, a cadeira rangendo contra a madeira, sua silhueta monumental bloqueando por um instante a luz das velas. Os olhos dele, fixos em Bruno, não eram de desafio, mas de convite para uma nova camada do jogo.

“Bruno,” disse Pedro, a voz uma promessa grave. “Agora é sua vez de assistir.”

Antes que Nice pudesse processar, Pedro atravessou a sala em três passadas largas. Sua mão envolveu o pulso dela, puxando-a para cima do sofá com uma força que era ao mesmo vez imperiosa e carinhosa. Ele a conduziu para o centro do tapete felpudo, sob a luz prateada da lua que agora banhava a sala inteira.

“Pedro…” ela tentou, mas a palavra se perdeu em um suspiro quando ele a posicionou de frente para o sofá, onde Bruno permanecia sentado, imóvel, os olhos escuros ampliados. Pedro ajoelhou-se diante dela, suas mãos grandes subindo pelas panturrilhas, coxas, até agarrar a barra do vestido de algodão.

Com um movimento fluido e deliberado, ele levantou o tecido, revelando as coxas, a curva dos quadris, a renda preta da calcinha já escura de umidade. O ar frio da sala tocou sua pele quente, arrepios percorrendo sua espinha. Nice olhou para Bruno. Ele estava completamente imerso, o corpo tenso, os punhos cerrados nos joelhos. Ele era o espectador agora, e a intensidade do olhar dele sobre ela era quase física.

Pedro não hesitou. Seus dedos encontraram as laterais da calcinha e, com um puxão suave, a arrastaram para baixo das suas pernas trêmulas. Nice ficou completamente exposta diante dos dois homens, sua intimidade aberta à luz e ao olhar voraz de Bruno. Então, Pedro inclinou a cabeça.

O primeiro contato foi uma explosão de sensações. A língua dele, larga e quente, percorreu toda a extensão da sua vulpa, do clitóris inchado até a entrada já pulsante. Nice gritou, um som agudo e incontrolável que ecoou na sala vazia. Suas mãos voaram para a cabeça raspada de Pedro, os dedos se enterrando no cabelo curto, não para empurrar, mas para ancorar-se naquele redemoinho de prazer.

Pedro trabalhou nela com uma devoção crua. Ele usava a língua em círculos lentos e torturantes em volta do clitóris, depois mergulhava em pressões firmes e lineares que faziam as pernas de Nice tremerem. Seus gemidos se tornaram contínuos, uma melodia ofegante que competia com o som do mar. A cada lambida, ela olhava para Bruno. Ele não desviava o olhar; sua respiração era visivelmente acelerada, um músculo pulsando em sua mandíbula. Ele estava preso ao espetáculo, cada som que ela fazia, cada tremor do corpo dela, pareciam reverberar nele.

Nice não podia mais pensar. O mundo se reduzia ao fogo na sua virilha, ao domínio habilidoso da língua de Pedro e aos olhos escuros de Bruno que a vigiavam, consumindo cada detalhe da sua submissão extasiada. A inversão estava completa. E era mais intoxicante do que qualquer fantasia.


Capítulo 4

O mundo de Nice era a língua de Pedro, uma tormenta de prazer que a prendia em espasmos contínuos. Até que uma sombra se moveu à sua frente. Através do véu de lágrimas e êxtase, ela viu Bruno se levantar do sofá. Ele não falou, nem tocou. Apenas se aproximou, parando a poucos palmos dela, e ali ficou, olhando.

Seus olhos escuros eram buracos negros de intensidade, percorrendo cada centímetro do corpo dela que tremia sob o ataque oral do marido. Ele observava a boca de Pedro trabalhar nela, os lábios dele molhados do próprio desejo dela, e o rosto de Bruno era uma máscara de concentração febril. Nice sentiu aquele olhar como um toque físico, uma invasão deliciosa que multiplicava cada sensação. Ela estava sendo devorada por dois homens ao mesmo tempo.

Então, sem desviar o olhar do triângulo úmido e rosado que Pedro explorava, Bruno levou as mãos à cintura. Seus dedos, deliberadamente lentos, encontraram o botão das calças de linho. Nice parou de respirar. O som do zíper sendo puxado para baixo cortou o ar como um suspiro rouco. Ele desabotoou a calça e puxou para baixo, junto com a cueca, num único movimento.

E ali estava.

O membro dele era imponente, já completamente ereto, pesado e curvado levemente para cima contra o ventre liso. À luz da lua, a pele parecia de veludo, a cabeça larga e roxa pulsando em sincronia com o coração acelerado de Nice. A simples visão foi um soco no baixo ventre dela. Um novo tipo de calor, ácido e urgente, se espalhou por suas veias. Era a presença física dele, crua e oferecida, aumentando o voyeurismo a um nível insuportável. Pedro não parou; se possível, sua língua se tornou mais profunda, mais voraz, como se sentisse a nova camada de tensão e a alimentasse.

Bruno deu um passo ainda mais perto. A ponta do seu pau agora estava a meros centímetros do rosto dela, do ombro de Pedro. Nice podia sentir o calor radiando dele. Seus olhos se fixaram naquele pedaço de carne, depois subiram para encontrar o olhar de Bruno. Ele ainda a observava, mas agora com um sorriso torto de cumplicidade e domínio. Ele estava mostrando a ela exatamente o que a esperava, o que sua performance estava provocando. E, sem tocar, ele já a possuía.

“Olha,” Pedro ordenou, sua voz saindo abafada contra a carne dela. Sua língua deu uma longa e lenta passada. “Olha o que você faz com ele, Nice, olha bem o que consegue fazer conosco . O que devemos fazer com você?”

Nice gemeu, um som quebrado de submissão total. Seu corpo arqueou, os seios pesados tensionando o vestido, os dedos apertando com força o crânio de Pedro. Ela estava presa entre dois fogos: a língua implacável do marido e a visão proibitiva, magnética, do amigo. A tensão sexual era um fio elétrico esticado ao máximo, prestes a estourar em uma descarga que ela sabia que iria consumi-los a todos.


Capítulo 5

Os dedos de Bruno encontraram as curvas dos quadris de Nice como se estivessem mapeando um território sagrado. Ele se aproximou por trás, seu corpo quente quase tocando o dela, e suas mãos deslizaram com firmeza pela cintura marcada, subindo pelas laterais dos seios generosos que se projetavam sob o vestido desalinhado. Foi um toque de posse, de exploração, que fez Nice arquear as costelas contra ele, arrancando de sua garganta um gemido profundo e rouco.

A língua de Pedro respondeu instantaneamente, intensificando seu movimento. De torturante e circular, passou a ser direta e implacável, focando toda sua atenção no clitóris inchado e pulsante. Ele a prendia ali, sua boca um selo úmido e quente, enquanto suas mãos subiam pelas coxas trêmulas dela, separando-as ainda mais, oferecendo-a completamente à dupla atenção que a consumia.

Bruno curvou-se sobre o ombro dela, seu hálito quente na nuca.
Nice não conseguia responder. A linguagem dela era feita de suspiros quebrados e pequenos gritos abafados. A boca voraz de Pedro na frente, as mãos exploradoras de Bruno atrás, e os olhos de ambos, um que ela sentia queimando sua nuca e outro que ela via, por entre suas pestanas úmidas, fixos nela com uma devoção obscena.

As mãos de Bruno desceram novamente, desta vez agarrando a barra do vestido já erguido. Com um movimento lento e teatral, ele começou a puxá-lo para cima, revelando a barriga, a cintura, a parte inferior das costas. O tecido de algodão foi passando sobre a cabeça de Nice, sendo descartado no chão, deixando-a de joelhos apenas com os sapatos altos. O ar frio da noite acariciou seus seios pesados; os mamilos, endurecidos como pedras preciosas contra a luz da lua.

Pedro soltou um grunhido de aprovação contra sua carne, sua língua fazendo uma pausa para dar uma longa e lambida lenta da entrada úmida até o clitóris. O gemido que Nice soltou foi quase um choro. Ela estava nua, exposta, dividida entre dois pontos de ancoragem: a língua do marido e o olhar do amigo. E a pergunta que pairava, pesada e doce no ar salgado, era simples: quem a reivindicaria primeiro?


Capítulo 6

A língua de Pedro abandonou seu clitóris com um último lambejo lento e intencional, deixando-a trêmula e faminta. Ele se levantou, a sombra dele pairando sobre Nice por um instante antes de se mover. Seus lábios se curvaram num sorriso largo e malicioso, a chama das velas dançando em seus olhos escuros.

Ele caminhou até Bruno, que ainda estava imóvel, hipnotizado pela visão da mulher de joelhos e completamente nua. Pedro se inclinou, seu sussurro áspero cortando o ar carregado. “Agora é sua vez .”

Antes que Bruno pudesse processar totalmente as palavras, as mãos fortes de Pedro se fecharam em seus ombros, girando-o e empurrando-o com firmeza para a posição. Nice sentiu o corpo quente e tenso de Bruno se alinhar atrás dela. As mãos dele, ainda hesitantes, encontraram seus quadris, ajustando seu ângulo. Pedro recuou alguns passos, seu olhar aprovando a cena: Nice de quatro, suas costas arqueadas, a curva perfeita de sua bunda oferecida, e Bruno, finalmente, prestes a tomar o que ambos vinham desejando.

O toque de Bruno mudou. A hesitação evaporou, substituída por uma confiança recém-descoberta. Uma de suas mãos deslizou pela coluna de Nice até a nuca, enroscando-se em seus cabelos castanhos sem puxar, apenas segurando. A outra mão passou pela coxa interna dela, encontrando a umidade que Pedro havia deixado para trás. Um gemido rouco escapou de Bruno quando seus dedos se molharam nela.

“Você está encharcada,” ele murmurou, mais para si mesmo do que para ela. E então, com um movimento decisivo, ele alinhou seu pau, a cabeça roçando sua entrada sensível. Nice engasgou, seus dedos se enterrando no tapete. Ela podia ver Pedro à sua frente, de pé, observando cada músculo do rosto dela se contrair, cada tremor que percorria seu corpo enquanto aqquele pau grosso e duro comecava a entrar.

“Vai,” Pedro ordenou, seus olhos fixos nos dela.

Bruno empurrou.

A penetração foi lenta, deliberada, preenchendo-a de uma forma que a fez gritar – um som rouco e rasgado que se perdeu no rugido das ondas lá embaixo. Era uma invasão gloriosa, uma reivindicação que ela não sabia que ansiava. Bruno parou quando estava totalmente dentro, seus quadris colados na bunda dela, ambos tremendo.

E então ele começou a se mover.


Capítulo 7

O ritmo de Bruno era implacável, cada estocada funda e poderosa contra suas nádegas preenchia Nice de um fogo crescente. Mas seu foco foi arrancado quando Pedro se aproximou.

Ele ajoelhou-se à sua frente, sua presença maciça bloqueando tudo. Uma mão forte agarrou seu queixo, erguendo seu rosto. Então seus lábios se fecharam sobre os dela em um beijo profundo, devorador, roubando-lhe o ar. Nice gemeu na boca dele, o sabor de Pedro se misturando ao seu próprio desejo. Quando ele se afastou, seu sussurro era uma promessa áspera e quente contra sua orelha.

“Agora é minha vez de ver você gozar para ele, amor.”

Antes que ela pudesse responder, a mão de Pedro desceu. Seus dedos grandes e hábeis encontraram seu clitóris inchado, já tão sensível do trabalho anterior de sua língua. Ele pressionou e circulou com precisão cruel, enquanto Bruno continuava a arrancá-la por dentro.

“Foi isso, Nice,” Pedro sussurrou, seus olhos fixos nos dela, refletindo a chama selvagem que ele acendia. “Deixa sair"

A pressão foi avassaladora. A dupla invasão—Bruno preenchendo-a por trás, Pedro trabalhando seu ponto mais sensível—criou um turbilhão dentro dela. Seus músculos abdominais contraíram-se violentamente. Um grito, abafado contra o peito de Pedro, rasgou-se de sua garganta.

“Isso… não… consigo parar…”, ela ofegou.

“Não pare,” Bruno rosnou atrás dela, seu ritmo acelerando, ficando mais selvagem.

Pedro pressionou mais firmemente, seus dedos um vórtice de sensações. “ Esguicha para a gente. Deixa tudo sair.”

E então, como se um dique se rompesse, aconteceu. Uma onda de prazer tão intensa e diferente a atingiu, fazendo seus olhos revirarem. Não foi apenas um tremor interno; foi uma liberação física, avassaladora e incontrolável. Um jorro quente jorrou dela, molhando os dedos de Pedro, pingando no tapete abaixo, enquanto seus músculos se contraíam em espasmos selvagens em torno do pau de Bruno.

Bruno gritou, seu próprio controle despedaçado pela violência da sua reação. Ele a enterrou até o fim, seus quadris sacudindo em estocadas finais e profundas antes de congelar, um rugido gutural escapando dele enquanto ele se enterrava fundo nela.

Nice desabou para frente, seus braços cedendo, mas Pedro a segurou, envolvendo-a enquanto Bruno, lentamente, se retirava controlando seu próprio prazer para não se vir ainda . Ela tremia incontrolavelmente, cada respiração um soluço, seu corpo ainda pulsando com os ecos do clímax mais intenso de sua vida. O ar cheirava a sexo, a sal e a pura liberação.


Capítulo 8

O calor de Bruno ainda pulsava dentro dela quando seus braços se afrouxaram. Nice ofegava, o rosto enterrado no peito de Pedro, o corpo ainda sacudido por pequenos espasmos. Foi então que sentiu a rigidez inconfundível de Pedro pressionando suas nádegas. Antes que pudesse se recuperar, seus lábios se encostaram à sua orelha.

“Agora é a minha vez de te usar por trás, mas em seu cuzinho,” sussurrou ele, a voz carregada de uma posse escura e ansiosa.

Ele a ergueu com uma força que a deixou sem fôlego. Bruno, compreendendo, recuou para observar, seus olhos faiscando com uma curiosidade intensa enquanto limpava os dedos. Pedro virou Nice de bruços sobre o sofá de couro, o mesmo que testemunhara sua primeira submissão. A pele das costas dela arrepiou-se com o contraste do material frio.

“Relaxa para mim, amor,” Pedro ordenou, suas mãos grandes abrindo suas nádegas.

Nice virou o rosto para o lado, vendo Bruno se ajeitar na poltrona à frente, sua mão já acariciando lentamente o pau rígido. O espetáculo a aguardava. Ela sentiu os dedos de Pedro percorrer seu sulco íntimo, massajando, preparando-a. Ele cuspiu, uma grossa mistura de saliva que escorria até seu ânus contraído.

Ela sentia-se como se tudo aquilo a acontecer fosse mais uma das noites que ela e Pedro costumavam fantasiar . Bruno naquele momento era só um objecto, fruto de sua fantasia, e estava preparada para tudo.

“Pedro… vai devagar”, ela suplicou, os dedos se enterrando no couro.
“Vou, mas você vai levar tudo,” ele respondeu, a ponta de seu pau enorme pressionando o anel muscular.

A pressão foi avassaladora. Uma dor aguda e ardente se espalhou, fazendo-a gritar, mas sob ela, uma sensação de preenchimento proibido e profundo a invadiu. Ele entrou centímetro por centímetro, com uma lentidão torturante, até que suas nádegas se encostaram aos quadris dele. Nice gritou novamente, uma mistura de prazer e dor que soou estranhamente doce em seus próprios ouvidos.

“Oh , é apertado”, Pedro sussurrou , começando a mover-se.

Cada bombada era uma fricção intensa e diferente, esfregando lugares internos que a faziam explodir de prazer ao sentir aquele pau a rocar as suas paredes Nice gemeu, seus gemidos se tornando mais altos e desesperados. A sensação era avassaladora, crua, e de repente, a pressão familiar começou a se reconstruir em seu ventre, impulsionada pela fricção anal implacável.

“Ele tá fazendo você esguichar de novo, não tá?” Bruno perguntou, sua voz rouca de desejo. “Olha só.”

Pedro aumentou o ritmo, suas estocadas ficando mais profundas e precisas. “Vai, Nice. Solta tudo. Esguicha pra mim.”

Ela não conseguiu lutar. Um tremor violento a percorreu e um jorro quente explodiu dela, molhando o sofá abaixo com jatos longos e incontroláveis. O espasmo de seu orgasmo apertou violentamente o pau de Pedro dentro de seu ânus, e ele gemeu, quase perdendo o controle.

Foi a deixa que Bruno esperava. Ele se levantou rápido, seu pau glistening de pré-sêmen. “Minha vez,” ele anunciou, ajoelhando-se na frente do sofá.

Antes que Nice pudesse entender, ele guiou seu pau para a buceta dela, ainda pulsante e escorrendo. Ele entrou de uma vez, um preenchimento brutal e bem-vindo que a fez gritar novamente. Agora, ela estava completamente tomada: Pedro no seu cu, profundo e dominante, e Bruno na sua buceta, cada estocada esfregando contra a parede fina que os separava.

Os dois homens encontraram um ritmo, um opondo-se ao outro, criando uma sinfonia de sensações que levou Nice à beira da loucura. Ela era um brinquedo entre eles, impulsionada para frente pela força de Bruno e puxada para trás pelo domínio de Pedro. Os gemidos, os palavrões e o som úmido da fricção encheram o ar.

“Vou gozar! Vou gozar!” Bruno gritou, seu ritmo se desintegrando.

“Espera por mim, porra!” Pedro ordenou, sua própria respiração ofegante.

O clímax os atingiu como um raio. Bruno rugiu primeiro, seus quadris trancando enquanto ele se enterrava até o fundo, sua porra jorrando quente dentro dela. O espasmo interno de Nice foi a última gota para Pedro. Com um rosnado gutural, ele explodiu em seu ânus, cada jato quente de sêmen inundando seu interior.

Eles permaneceram trancados por um longo momento, ofegantes, até que, lentamente, os dois se retiraram. Antes que Nice pudesse cair de frente no sofá, Pedro a virou de costas. Os dois homens, ainda ofegantes, olharam para ela, e então, como se compartilhassem um único pensamento, se inclinaram. Jatos quentes e espessos de sêmen pintaram seus seios redondos e salientes, listras brancas marcando sua pele corada. Nice , um soluço de puro prazer e êxtase, seu corpo completamente aberto e reivindicado.

O ar cheirava a sexo, a suor e à promessa de mais. Nice estava esgotada, derretida no sofá, a pele lambuzada e sensível. Um gemido rouco escapou-lhe quando as mãos fortes de Pedro se fecharam nos seus cabelos. A vista do corpo de Nice era para os homens como um rastilho de polvora a arder ,aqueles seios grandes e redondos ainda a escorrer seus sucos ,os seus cabelos suados ,as suas pernas molhadas de todos os esguichos enquanto sua buceta inchada pulsava deixando a porra sair entre seus labios vaginais , era cru excitante e um foco quase animalesco para eles Bruno por sua vez se focava nas gotas de porra que teimavam em escorrer de seu cuzinho onde Pedro tinha estado enterrado momentos antes,e foi quando puxando-a para cima com uma determinação que não admitia recusa, Ele a arrastou para o centro do tapete felpudo e a obrigou a ficar de quatro. Os braços dela tremeram, mas ela se sustentou, a visão turva focando em Bruno" tambem quero ver se esse cuzinho e assim apertado como Pedro disse ,Não acabou, amor, Nem perto,”

Uma onda de pânico subiu nela. “Pedro… Não, espera. É muito grosso. Eu… Eu não sei se consigo aguentar de novo”, disse ela com a voz trêmula. Bruno respondeu abrindo um pequeno frasco de lubrificante “ Eu vou devagar Nice me deixa sentir esse cuzinho Você consegue,. É só relaxar e aceitar, Bruno se posicionou atrás dela, seus joelhos pressionando a parte interna das coxas de Nice, abrindo-a ainda mais. Ela sentiu o bafo quente dele na nuca, depois a mão dele descer pela sua coluna, até as nádegas, que ele separou com firmeza. A vergonha tinha evaporado horas atrás; agora, só restava a submissão ardente.

“Abre bem para mim,” Bruno sussurrou, e antes que ela pudesse responder O líquido quente e grosso escorreu direto sobre seu ânus, já relaxado e ainda sensível da penetração anterior, mas não preparado enquanto se misturava com a porra de Pedro. O choque fez seu corpo inteiro estremecer. Pedro apertou os punhos nos cabelos dela, mantendo-a imóvel.
Nice tentou falar, mas só saiu um suspiro rouco quando sentiu a cabeça larga e pulsante do pau de Bruno pressionar contra a entrada úmida. Ele não fez rodeios. Com um único, movimento para frente, comecou a penetrar analmente com aquele pau grosso e duro de novo, devagar enquanto deslizava para dentro dela
A dor inicial foi lentamente se tornando suportável. Um grito rouco, gutural, rasgou a garganta de Nice, ecoando na sala silenciosa. Ela arqueou as costas, os dedos se enterrando no tapete, tentando fugir da invasão, mas Pedro a segurou firme pelos cabelos, forçando-a a aceitar cada centímetro.

Esta indo bem ,esta gostando ?Os gemidos de Nice se misturavam aos grunhidos dos dois homens, uma sinfonia de posse.
"Estou sim" , disse finalmente, explodindo, perdendo todo o controle. "Fodam-me toda, me enchem mais", gritou Nice, totalmente rendida a todas as emoções que sentia. Ela estava completamente tomada. Ela sentia. Cada bombada era uma fricção crua que incendiava seus nervos. A dor se transformou num prazer distorcido e profundo, alimentado pelo domínio absoluto que ambos exerciam sobre ela. Seu próprio corpo a traía, um calor úmido começando a escorrer de sua buceta para o tapete abaixo.

“Mais fundo!” Pedro comandou, sua voz um rugido de posse absoluta. “Enche esse cuzinho dela, Bruno!

O clímax se aproximava como uma maré, não pelo toque direto, mas pela pura intensidade da submissão, pelo sentimento de ser completamente usada, possuída e reivindicada pelos dois. Ela estava à beira, o corpo todo tensionado, prestes a desabar no abismo que eles haviam cavado para ela.

Foi então que Pedro se moveu. Ele se ajoelhou à sua frente, seu pau imponente e rígido balançando perto de seu rosto. “Abre a boca,” ele ordenou, sua mão guiando a cabeça dela para frente.
Ela estava preenchida, dominada, usada por ambos os lados. A dor inicial no ânus começou a se misturar com uma sensação de plenitude proibida, intensificada pela fricção crua e pela falta de ar controlada. As lágrimas de prazer escorriam de seus olhos fechados, mas ela não parou. Ela chupava Pedro com uma necessidade desesperada, enquanto seu corpo aprendia a ceder ao ritmo brutal de Bruno.
Eles a haviam transformado num único ponto de conexão, um conduíte de puro prazer e posse, e no fundo da sua submissão, um fogo intenso e distorcido começou a crescer dentro dela.
A fricção profunda e constante de Bruno em seu cu. A pressão intrusiva e rítmica de Pedro em sua boca , entrando e saindo em um eco sujo das estocadas do amigo.
“Pedro…” ela gemeu , as palavras se perdendo em um suspiro rouco.

“Eu vou… eu vou gozar!” Nice gritou, seu corpo se contorcendo entre os dois homens, completamente à mercê deles.
Um tremor violento, eletrizante, percorreu Nice da cabeça aos pés. Seu corpo se arqueou como um arco, um grito gutural rasgando sua garganta enquanto ondas de puro êxtase a inundavam. Ela esguichou,de novo um jorro quente e incontrolável que jorrou sobre as suas pernas , enquanto suas paredes internas se contraíam violentamente em torno do pau de Bruno.
O espasmo dela foi tão intenso que arrancou o próprio orgasmo de Bruno. Ele rugiu, enterrando-se até o fundo nela, seus quadris sacudindo enquanto sua porra quente jorrava em jatos poderosos dentro do seu cu a enchendo .

Pedro, sentindo a contração violenta e vendo a reação dos dois, não resistiu. Com um último gemido rouco dentro da boca dela , ele também atingiu o clímax, sua porra quente enchendo sua boca a língua dela saboreava aquela porra toda que lhe escorria por os cantos da boca.

Eles desabaram juntos, um emaranhado de membros suados e ofegantes. Nice caiu de lado, seu corpo ainda tremendo com pequenos choques de prazer, completamente esvaziada e preenchida ao mesmo tempo. Pedro se recostou no sofá, puxando-a contra o peito, enquanto Bruno se deixou cair no tapete ao lado dela, com um sorriso exausto e satisfeito no rosto. O único som era o da respiração pesada deles, misturada ao rugido distante do mar. A noite havia consumido tudo, e não restava mais nada a desejar.
Os três ficaram em silêncio absoluto e, em poucos minutos, adormeceram , com Pedro e Nice agarrados um ao outro .